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27/04/2022

impacto da visita de António Guterres a Moscovo

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu esta terça-feira uma investigação independente sobre "possíveis crimes de guerra" na Ucrânia, e sugeriu que Moscovo e Kiev trabalhem com a ONU para permitir a abertura de corredores humanitários.


"Estou preocupado com os repetidos relatos de possíveis crimes de guerra" na Ucrânia, disse Guterres durante uma conferência de imprensa conjunta com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, no final de uma reunião em Moscovo.

Guterres explicou que a ONU não tem meios autónomos para realizar averiguações sobre eventuais crimes de guerra, mas que é essencial que haja uma "investigação independente" sobre a atuação militar na Ucrânia.

Por sua vez, Lavrov, assegurou que a Rússia está disposta a cooperar com a ONU para criar "alívio" para a população civil. "O nosso principal objectivo é proteger a população civil. Estamos prontos para cooperar com os nossos colegas nas Nações Unidas, para aliviar o sofrimento da população civil", disse o chefe da diplomacia russa.

No entanto, o mesmo Sergei Lavrov rejeitou a necessidade de mediadores internacionais nesta fase das negociações com a Ucrânia, após encontro com o secretário-geral da ONU, António Guterres. "Falar de mediadores na fase actual, na minha opinião, é prematuro", disse Lavrov numa conferência de imprensa conjunta.

Embora a situação na Ucrânia seja "complexa e haja diferentes interpretações sobre o que está a acontecer" no país, é possível ter um "diálogo sério sobre a melhor forma de trabalhar para minimizar o sofrimento das pessoas", terminou Guterres.

Entretanto, a Ucrânia não tem conseguido abrir corredores humanitários, única esperança para retirar civis de zonas perigosas, em particular em Mariupol. A vice primeira-ministra, Irina Vereshchuk, pediu, então, ao secretário-geral da ONU, António Guterres, que seja o "precursor" desta rota para fora da siderúrgica Azovstal e pediu que tanto a ONU como o Comité Internacional da Cruz Vermelha acompanhem a evacuação da zona para garantir o sucesso da operação. @ Público                                                                                                             cortesia do envio de Constância Silva, docente colaboradora do CRESCER                                                          

OUVIR: 25 de abril pelo Clube de LeituraS

Chegou, assim, pela madrugada do dia 25 de abril, às caixas de correio de cada um de nós:

"É com orgulho que o Clube de LeituraS dá a sua pequena contribuição para que sejam eternizados todos aqueles que, durante 48 anos, lutaram para que, hoje, se celebrem 48 anos de liberdade.


Leitura - Leonor Bastos, Mafalda Rodrigues, Marta Cardoso,  Tomás Silva.

As coordenadoras do projeto,

Esmeralda Moura e Paula Almeida"

É com todo o gosto que o CRESCER divulga ao mundo esta leitura. 

Clique no link: Clube de LeituraS 25 de abril e aprecie.

26/04/2022

síndrome do rosto vazio: fim da obrigatoriedade das máscaras pode ser um problema e causar ansiedade


Após dois anos de uso praticamente contínuo da máscara, os portugueses podem começar a deixá-la de lado. O Conselho de Ministros desta quinta-feira determinou que as máscaras passam a ser obrigatórias somente em estabelecimentos de saúde, lares e transportes coletivos. Apesar da decisão causar certamente felicidade em muitas pessoas, dar esse passo de volta à normalidade pode ser um problema e até causar ansiedade, especialmente para certos grupos, como os adolescentes, a que a máscara facial deu uma certa segurança – agora que não é necessária, podem experimentar o síndrome do rosto vazio.
Um desconforto que causa, segundo o psicólogo José Antonio Galiani, “um conjunto de sintomas mentais e emocionais que nos leva, por um lado, a sentirmo-nos vulneráveis à doença e, por outro lado, a experimentar uma sensação desconfortável por vermos outras pessoas sem proteção”.
Um desconforto que causa, segundo o psicólogo José Antonio Galiani, “um conjunto de sintomas mentais e emocionais que nos leva, por um lado, a sentirmo-nos vulneráveis à doença e, por outro lado, a experimentar uma sensação desconfortável por vermos outras pessoas sem proteção”.
O síndrome da cara vazia atinge mais os adolescentes pois apanha estes jovens numa fase da vida de crescimento pessoal e físico, altura em que atravessam diversas mudanças. Assim, a máscara, durante estes mais de dois anos, serviu como escudo protetor com o qual esconderam acne, pelos faciais ou aparelhos nos dentes. No entanto, o ‘mask fishing’ não é apenas algo ‘reservado’ aos jovens pois também os adultos podem sofrer do síndrome do rosto vazio depois de terem ganho confiança ao usar a máscara.
A melhor forma de as pessoas superarem o síndrome e voltarem à normalidade é não forçá-las e deixá-las verificar por si mesmas se são ou não aceites com a máscara.
Assim, os especialistas recomendam, além do exposto, fazer uma lista das situações que são detetadas como desconfortáveis ​​para a pessoa – do menor ao maior grau – e, a partir daí, enfrentá-las das mais simples às mais complexas. Por outro lado, será positivo realocar todos os pensamentos irracionais que são gerados na mente, como pensar que a máscara é um obstáculo, já que da mesma forma que a protege também é um elemento que separa, pois ver o rosto das pessoas é algo que ajuda a regular as emoções. Os afetados também terão de pesar todos os benefícios de não usar uma máscara facial, como respiração mais ideal, melhor visão ou sentir menos calor, entre outros problemas. @ Sapo

médicos e OMS lembram importância das vacinas na proteção de pessoas de todas as idades e origens

Para assinalar a Semana Europeia da Vacinação, a Organização Mundial da Saúde (OMS) escolheu como mote a importância das vacinas na proteção de pessoas de todas as idades e origens contra doenças evitáveis ​​por imunização. Na mesma linha, a Fundação Portuguesa do Pulmão sublinha que devemos apostar na prevenção ao longo da vida, reforçando o apelo à vacinação antipneumocócica – continua a ser a melhor forma de prevenir doenças respiratórias graves como a pneumonia.


“Se dúvidas houvesse, a pandemia mostrou-nos a importância da prevenção, sobretudo entre os grupos de risco”, explica José Alves, Presidente da Fundação Portuguesa do Pulmão (FPP).
"É, por exemplo, o caso dos doentes crónicos e de quem esteve infetado com COVID-19 grave. Têm uma probabilidade de contrair novas infeções respiratórias bastante superior. Para quê arriscar?”, conclui.
As doenças respiratórias são uma das principais causas de morbilidade e mortalidade em Portugal. Embora a grande maioria seja prevenível através de vacinação, mantêm a sua prevalência, ano após ano. Segundo o Observatório Nacional das Doenças Respiratórias, em Portugal morrem, diariamente, 36 pessoas com doenças respiratórias. 16 são causadas por pneumonia.
Transversal à sociedade, a pneumonia pode ser contraída em qualquer lado e em qualquer altura do ano, e pode atingir todas as idades e classes sociais. Deve, por isso, ser prevenida ao longo da vida, posição há muito defendida por entidades como a Fundação Portuguesa do Pulmão. Uma mensagem em linha com o mote deste ano da Organização Mundial da Saúde para assinalar a Semana Europeia da Vacinação: a importância das vacinas na proteção de pessoas de todas as idades e origens contra doenças evitáveis por imunização.
A vacinação é considerada o maior avanço da medicina moderna e uma das formas mais seguras, mais eficazes e menos dispendiosas de prevenir doenças infeciosas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, ao vacinarmo-nos evitamos quatro mortes por minuto, o equivalente a 5.760 mortes por dia em todo o mundo.
A vacinação pode prevenir doenças tão distintas como difteria, sarampo, poliomielite, rotavírus, pneumonia, meningite, diarreia, rubéola ou tétano. Para além de reforçar o sistema imunitário e a saúde individual (reduz a carga da doença e a contribui para o aumento da esperança média de vida), o recurso à imunização beneficia a saúde pública e a contribui para a redução do número de internamentos e de mortes em todo o mundo.
No caso da pneumonia, a vacina antipneumocócica é recomendada pela Direção-Geral da Saúde e já está em PNV para as crianças e para os grupos considerados de maior risco, mas a sua eficácia está comprovada em todas as faixas etárias. Para os adultos, basta uma dose.
Registam-se casos de pneumonia ao longo de todo o ano e por isso a chegada do calor não nos pode fazer baixar a guarda. Mais do que tratar uma pneumonia, devemos preveni-la, e podemos fazê-lo a qualquer momento, especialmente se pertencermos aos grupos de risco.
Quem teve COVID-19 grave e adultos com doenças crónicas como diabetes, asma, DPOC e outras doenças respiratórias crónicas, doença cardíaca, doença hepática crónica, doentes oncológicos, portadores de VIH e doentes renais, deve ser vacinado, informa a FPP em comunicado.
Estudos recentes revelaram que 30% a 50% dos adultos com diagnóstico de COVID-19 grave podem desenvolver anomalias pulmonares persistentes, após a doença aguda. Nos Países Baixos e na Andaluzia, as autoridades de saúde já apostam na imunização para tornar o organismo mais robusto contra as infeções respiratórias. Recomendam, por isso, a vacinação antipneumocócica a doentes hospitalizados por COVID-19, com evidência de disfunção pulmonar. @ Sapo

saúde: uso prolongado de ecrãs está a aumentar fadiga ocular nos mais novos

Quando estamos a olhar para um ecrã, os olhos focam e desfocam os conteúdos que estamos a ver milhares de vezes.

Um estudo levado a cabo na Nova Zelândia, e publicado na revista científica British Contact Lens Association (BCLA)alerta para o aumento da fadiga ocular em crianças e adolescentes, mesmo aqueles que não têm outro problema de visão. Estima-se que o desconforto visual afete 70% a 90% da população adulta.
Quando estamos a olhar para um ecrã, os olhos focam e desfocam os conteúdos que estamos a ver milhares de vezes. Os investigadores avaliaram o número de piscares de olhos espontâneos comparando com o uso de ecrãs por parte dos 456 participantes de uma conveção de jogos que decorreu em Auckland, na Nova Zelândia.
As idades dos participantes estariam compreendidas entre os 13 e os 75 anos. O que se concluiu foi que o tempo de ecrã prolongado na população jovem, foi associado ao comportamento de piscar incessantemente os olhos e aos sintomas consistentes com olhos secos e fadiga ocular.
A secura ocular é fruto da diminuição do número de piscadas de olhos, já que os ecrãs dos telemóveis, tablets e computadores estimulam os olhos numa frequência que deixa o organismo em alerta. Como resultado, pisca-se menos os olhos.
Pediatras e especialistas em oftalmologia defendem que deve existir uma maior controlo por parte de pais e tutores no que diz respeito ao uso de ecrãs durante períodos de tempo prolongados. O facto de os ecrãs estarem muito próximos dos olhos, sobretudo no caso dos telemóveis, contribui também para a alteração do formato do globo ocular.
Esta modificação da forma do olho acaba por contribuir para outras condições oftalmológicas, incluindo a miopia, ou seja, dificuldade em ver bem ou focar objetos ao longe, surjam cada vez mais cedo.
O tratamento da fadiga ocular obriga a mudanças obrigatórias nos hábitos relacionados com ecrãs. Como prevenção, a recomendação é que a cada hora em frente às telas, os olhos descansem durante dez minutos. Também é preciso diminuir a luminosidade dos aparelhos e posicioná-los a uma distância de pelo menos 60 centímetros, abaixo do nível dos olhos.
Usar gotas lubrificantes, óculos e lentes de contato também fazem parte do tratamento proposto. O estudo concluiu que intervenções educacionais e desenvolvimento de orientações oficiais sobre o uso do ecrã, pode ajudar a prevenir uma degradação acelerada da saúde da superfície ocular dos mais novos. @  Sapo

jogos do ambiente nas escolas básicas do Corim e da Pícua

No dia 8 de abril, dia em foram realizadas as comemorações do Dia da Primavera, durante a manhã, os alunos do 3ºano das escolas básicas do Corim e da Pícua participaram numa atividade desenvolvida pelos alunos do 10º ano do curso profissional de técnico auxiliar de saúde (10ºL), no âmbito do Ciência Viva. 

Apesar das condições atmosféricas não serem as ideais, a participação dos alunos foi excelente.

Foram realizados jogos simples para sensibilizar de que é possível, cada um, individualmente, proteger o planeta Terra, destacando-se: 

  • Estafeta da separação de lixo (separação de resíduos para contentores amarelos e azuis);

  • Tiro ao alvo às energias não renováveis (abater as energias não renováveis, deixando de pé as renováveis);

  • Corrida da neutralidade carbónica (utilização de transportes que não poluem o ambiente, ex.: trotinete, skate…) ;

  • Planeta habitável, equilíbrio e desequilíbrio do planeta Terra (Separar atividades humanas, que contribuem para o equilíbrio do planeta, de atividades que contribuem para o desequilíbrio do planeta.


C:\Users\user\OneDrive\Ambiente de Trabalho\CV_Águas Santas\Jogos ambiente\Esc Bas 3.jpg


As equipas vencedoras foram: 


Escola Básica do Corim





Escola Básica da Pícua

1º Os dourados – 215 pontos


1º Inteligentes – 160 pontos

2º Maravilhosos – 210 pontos


2º Porto – 155 pontos


3º - Fantásticos - 195 pontos


PARABÉNS aos vencedores!

AS NOSSAS AÇÕES, POR MENORES QUE PAREÇAM, PODEM TER IMPACTO POSITIVO NO PLANETA. 

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Notícia elaborada pelos alunos do 10º L no âmbito da disciplina de Biologia

cortesia de envio (texto e imagens) de Lurdes Cardoso, docente de Biologia

3º Cientistas – 155 pontos






C:\Users\user\OneDrive\Ambiente de Trabalho\CV_Águas Santas\Jogos ambiente\Esc Básicas 1.jpg

"Take a minute, take five!"

Mais um texto, desta feita da Anita Bessa, 10ºB, subcategoria "Did you know? Now you know". 


Unlike many other countries that don’t tip at all or that only tip in small amounts when the food is particularly good, tipping in the USA is a huge part of their culture. Although it isn't mandatory, it is expected to leave a tip. The average tip is 15% to 20% of the total meal cost.

trabalho de Anita Bessa, aluna do 10ºB
cortesia do envio de Constância Silva, docente colaboradora do CRESCER

"Take a minute, take five!"

Mais um texto, desta feita da Anita Bessa, 10ºB, subcategoria "Did you know? Now you know". 


Unlike many other countries that don’t tip at all or that only tip in small amounts when the food is particularly good, tipping in the USA is a huge part of their culture. Although it isn't mandatory, it is expected to leave a tip. The average tip is 15% to 20% of the total meal cost.

trabalho de Anita Bessa, aluna do 10ºB
cortesia do envio de Constância Silva, docente colaboradora do CRESCER

25/04/2022

48 anos de 25 de abril

daqui

COMO EXPLICAR O 25 DE ABRIL ÀS CRIANÇAS

O seu filho perguntou-lhe porque é que é tão importante o feriado do 25 de abril e não sabe como explicar? Nós ajudamos!

Aproxima-se o 25 de Abril, uma data marcante para a História de Portugal e para todos os cidadãos do nosso país… até para os mais pequeninos! Por vezes, pode não ser fácil passar para o público infantil esta história tão enraizada no mundo dos adultos. O truque é sempre simplificar e contar o essencial. Neste artigo deixamos-lhe algumas ideias que podem ajudar.

A Ditadura e Portugal antes do 25 de Abril
Há uma centena de anos atrás, Portugal entrou numa Ditadura. Isso significava que as pessoas não tinham nenhuma liberdade e quem governava decidia quase tudo por elas. Ninguém era livre de dizer aquilo que pensava como fazemos hoje, ou de escolher o destino de viagem que queria fazer com a família…. Havia alguns livros, música e filmes que estavam proibidos e até mesmo algumas bebidas e alimentos! Se as crianças queriam comer doces só os encontravam se fossem mesmo a Espanha buscá-los.

Quem governava durante estes quase 50 anos que durou a Ditadura em Portugal, foi um homem chamado Salazar. Por esta razão este período da História é conhecido como salazarismo ou Estado Novo. Hoje em dia, no regime político onde nos encontramos que é uma Democracia, todos temos direito ao voto, podemos escolher quem queremos que nos governe e somos todos iguais em direitos. Ninguém nos pode obrigar a votar numa determinada pessoa ou partido, somos livres. Naquela altura não era nada assim! As pessoas eram obrigadas a votar naquele governo, as mulheres só podiam votar se tivessem feito o ensino secundário, algo que era muito difícil devido às circunstâncias e sabem o que acontecia se, por alguma razão, alguém decidisse não cumprir as ordens? Se alguém mostrasse uma opinião contrária? Era torturado ou até morto.

Ano após ano, nada mudava. Portugal ficava muito atrasado em relação aos outros países, que iam progredindo, iam tendo novas ideias… E o nosso país parecia ter ficado estancado no tempo. Que ia ser de Portugal?

A revolução do 25 de Abril
Como era de esperar, os cidadãos começaram a ficar muito fartos de tudo o que sucedia à sua volta. Parecia-lhes injusto não poderem dizer aquilo que pensavam ou comer o que bem entendiam e andar com o livro que lhes apetecia debaixo do braço. Provavelmente, nós também não íamos achar graça nenhuma se vivêssemos naquele tempo…
Foi então que os militares portugueses se reuniram para fazer um plano: o exército, a marinha e a aviação. A ideia era basicamente deitar aquele Estado Novo abaixo, sem que o governo pudesse fazer nada para o impedir. Esta ação conhece-se como golpe de estado. E adivinhem qual foi o dia em que programaram este golpe? Sim exatamente, foi o dia 25 de abril de 1974.

Este golpe de estado do dia 25 de Abril, ficou também muito conhecido como “Revolução dos Cravos”. Normalmente o que acontece nestas revoluções é que há uma grande dose de violência, sofrimento, feridos e até pessoas que morrem. Mas Portugal, deu o exemplo ao mundo de que se pode triunfar sem necessidade de disparar e abrir fogo.

Em vez de disparar balas, os militares colocaram cravos vermelhos nos canos das suas armas, oferecidos por uma florista que ia a passar e tinha essas flores na mão. Não houve uma única morte e mesmo assim, a revolução triunfou. A frase mais conhecida daquele dia foi “O povo unido jamais será vencido”!

A partir de então, as pessoas voltaram a ser livres. Já podiam dizer aquilo que pensavam, ler os livros que queriam e relacionar-se com todos sem medo. Portugal começou a ter novas ideias e a tentar acompanhar o resto da Europa que já estava mais avançada. Deixou de haver só um partido político e os cidadãos começaram a poder votar sem se sentirem pressionados.

A Revolução dos Cravos marcou o início do regresso à liberdade em Portugal. É por isso que é um feriado nacional e um festejo em todo o país. (daqui)

22/04/2022

esta semana no Cineclube: "Prazer, Camaradas!" de José Filipe Costa

 


Este sábado no Cineclube da Maia, e em vésperas do 25 de Abril, o filme é Prazer, Camaradas! de José Filipe Costa que teve estreia internacional em Agosto de 2019, no Festival de Locarno (Suíça) e que junta histórias vividas em cooperativas e aldeias portuguesas no pós-25 de Abril de 1974, contadas por portugueses e estrangeiros que as viveram. Para ver no sábado, dia 23 de abril, às 21h30. Mais uma das sessões quinzenais que acontecem agora há muito mais de uma década no Cinema Venepor.

2019 | PT | 1h 45min | M12 | COMÉDIA, HISTÓRICO

Long live the Queen!

"Fait divers" 

Queen Elizabeth II celebrou a 21 de abril o seu 96º aniversário, no ano em que a 6 de fevereiro atingiu 70 anos de reinado.

A rainha torna-se assim não só a primeira monarca britânica a celebrar o Platinum jubilee (cujas celebrações culminam no fim de semana de 2 a 5 de junho) como também a primeira mulher chefe de estado com mais anos de serviço da história.


No meio de tantas incertezas, 2022 será certamente um ano inesquecível para a Família Real Inglesa. (daqui
                                                                                                           cortesia do envio de Constância Silva, docente colaboradora do CRESCER

país: Simone de Oliveira homenageada com mural em Lisboa pintado pelo seu neto

 
foto de Mariana Valle Lima

Simone de Oliveira foi homenageada através de um mural pintado, em Alvalade, Lisboa, pelo arquiteto e grafitter André Mano, seu neto.
Segundo o site "A Mensagem", o convite nasceu da Junta de Freguesia de Alvalade e foi prontamente aceite por André Mano, que com este trabalho diz ter conseguido conjugar a sua paixão "pelo hip-hop, pelo grafitti e pela arquitetura".
O desenho estende-se ao longo de várias paredes, acompanhado por algumas frases alusivas ao percurso de Simone de Oliveira. A cantora despediu-se dos palcos recentemente com um concerto no Coliseu de Lisboa, onde afirmou "Termino a minha carreira nos termos que eu quis e quero".
O trabalho de André Mano levou uma semana a ser feito e consumiu cerca de 300 latas de tinta em spray. @ Expresso

cortesia do envio de Constância Silva, docente colaboradora do CRESCER

Zelensky na Assembleia da República

 


O discurso do presidente ucraniano perante a Assembleia da República decorreu na senda de uma série de intervenções que Zelensky tem vindo a fazer nas casas legislativas dos países aliados no esforço de reforçar o seu apoio, moldando os discursos às particularidades de cada estado anfitrião. Se perante os EUA, falou das tragédias em solo americano de Pearl Harbour e do 11 de setembro, a Espanha reservou referências ao bombardeamento de Guernica durante a Guerra Civil Espanhola.

Volodymyr Zelensky — Os principais destaques da declaração:

  • "Lembramo-nos todos das fotografias de Bucha, dos corpos espalhados. Os russos nem tentaram ocultá-los".
  • "Estou só a descrever a região de Kiev, ainda não conseguimos contabilizar todos os mortos".
  • "As tropas russas continuam a bombardear as nossas cidades, habitações e estruturas necessárias para as pessoas sobreviverem: escolas, universidades, até igrejas".
  • "Os russos já capturaram e deportaram mais de 500 mil ucranianos para zonas longínquas. É o tamanho da população da cidade do Porto duas vezes".
  • "Imaginem se toda a população de Portugal fosse obrigada a fugir. Não somos refugiados, fomos obrigados a sair temporariamente."
  • "Mariupol tem quase o mesmo tamanho de Lisboa, também fica junto ao mar, está completamente destruída. Não há uma casa intacta."
  • "Quando pedimos coisas, pedimos armamento, para que consigamos expulsar os russos das nossas terras."
  • "Este mal que está a ser feito à Ucrânia é tão mau como o que foi feito na Segunda Guerra Mundial. Precisamos de armamento pesado, de tanques."
  • "Porque é que a Rússia começou esta guerra? É apenas o primeiro passo para conquistar o leste da Europa. Querem acabar com a democracia na Ucrânia".
  • "Vocês que se preparam para celebrar o aniversário da Revolução dos Cravos, sabem o que estamos a sentir, a lutar contra uma ditadura".
  • "Agradeço ao vosso Governo e a todos os portugueses por todo o apoio que nos têm dado".
  • "Espero que se juntem a outros países da União Europeia para que o sistema bancário russo seja bloqueado. Não pode haver um banco russo a operar na Europa".
  • "Eu sei que os nossos povos se compreendem, que se conhecem muito bem".
  • "Temos de garantir que todas as pessoas têm direito à felicidade e à saudade."

Augusto Santos Silva — os principais destaques das declaração:

  • "Portugal condenou desde o primeiro momento com firme determinação a agressão da Federação Russa à República da Ucrânia".
  • "No dia 24, todos os órgãos políticos de soberania – o Presidente da República, a Assembleia da República e o Governo – condenavam em uníssono o agressor e exprimiam solidariedade e apoio ao agredido. Fizeram-no então, e têm-no reiteradamente feito, sem qualquer hesitação nem ambiguidade. Para Portugal, o agressor é a Federação Russa e o agredido é a Ucrânia".
  • "O agredido tem o direito de se defender e deve ser apoiado nessa legítima defesa".
  • "Defendendo-se a si própria, a Ucrânia defende-nos a todos".
  • “É uma honra para o parlamento português recebê-lo solenemente e ouvir as suas palavras. A participação do Presidente e do primeiro-ministro de Portugal nesta sessão solene mostra bem a unidade nacional em torno do apoio à Ucrânia, um apoio que junta os órgãos de soberania e que é partilhado por partidos políticos do Governo e da oposição”.
  • "No mesmíssimo dia 24 de fevereiro, o nosso Conselho Superior de Defesa Nacional aprovou, sob proposta do Governo e concordância do Comandante Supremo das Forças Armadas, as medidas indispensáveis para reforçar a participação militar na defesa europeia e atlântica; e os nossos embaixadores de Portugal na União Europeia e na NATO transmitiram a posição nacional de empenhamento nas medidas de sancionamento da Rússia e proteção da Ucrânia".
  • "Apoiámos imediatamente a condenação expressa pelas Nações Unidas à agressão russa e estivemos no primeiro grupo de países a solicitar ao Tribunal Penal Internacional a investigação sobre os crimes de guerra”.
  • "Portugal é um país médio à escala europeia e pequeno à escala mundial. Não somos uma potência demográfica  económica ou militar; mas somos uma nação com história, com um posicionamento geopolítico há muito consolidado e com uma política externa que não varia com o Governo do momento, porque exprime interesses nacionais duradouros".
  • O laço mais forte é constituído pelas pessoas: Pela comunidade ucraniana estabelecida em Portugal, na ordem das dezenas de milhares de pessoas, bem integradas, que em muito contribuem para a nossa economia e em cujos filhos se encontram alguns dos melhores alunos das escolas portuguesas; e pelas famílias luso-ucranianas que, entretanto, se foram formando, e residem quer num quer noutro país”.
  • "Prezamos as aspirações europeias da Ucrânia e temos defendido, não só o reforço da cooperação no quadro do Acordo de Associação existente, como o exame pronto e atento, por parte das instituições europeias, do pedido de candidatura apresentado pela Ucrânia. Merecerá cuidadoso exame da nossa parte".
  • “Temos muito orgulho em dispormos, desde 2019, numa praça de Lisboa, do busto do vosso poeta nacional Taras Shevchenko. E recordamos com emoção o encontro, nos anos da Grande Guerra, no Norte de Portugal, entre Sonia Delaunay, nascida Sara Stern em Gradizhsk, na Ucrânia, e então em fuga da guerra, e o nosso pintor Amadeo Souza-Cardoso – o encontro de duas figuras maiores da revolução modernista na arte europeia”.
  • "Posso assegurar-lhe, presidente Zelensky, que conta com Portugal. A luta do seu país pela liberdade é a luta da Europa toda pela liberdade. E a essa luta pela liberdade o Portugal democrático nunca faltou, não falta e não faltará”.
O discurso que faz perante Portugal acontece no mesmo dia em que assinala três anos desde que venceu as presidenciais ucranianas, conseguindo uma vitória surpresa perante Petro Poroshenko, que se estava a recandidatar e que procurou retratar o seu adversário como um novato na política. Os eleitores viram isso como um trunfo, já que Zelensky foi eleito por uma larga margem, com 73,2% dos votos. @ Sapo

                                                                                                           cortesia do envio de Constância Silva, docente colaboradora do CRESCER

exposição comemorativa do 25 abril no pavilhão A3

Os grupos de Português e História e Geografia do 2º ciclo, convidam toda a comunidade educativa a visitar a exposição comemorativa do 25 de abril, patente no pavilhão A3.

Os intervalos de dia 22, sexta-feira, serão animados pelas canções dos músicos de intervenção.








                                                                                      cortesia do envio (texto e imagens) de Cristina Carvalho e Luísa Machado, docentes do 2º ciclo

estado do tempo agrava-se: IPMA prevê chuva forte, trovoada e neve a partir de hoje


A chuva forte e persistente, por vezes acompanhada de trovoada, queda de neve e temperaturas baixas regressam esta quinta-feira a Portugal continental, disse à Lusa o meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Jorge Ponte.
“Na quinta-feira temos a chegada da precipitação mais frequente e intensa a todo o território. Começa de manhã mais fraca, intensifica durante a tarde e estende-se gradualmente das regiões do litoral para o interior”, adiantou.
De acordo com Jorge Ponte, na sexta-feira está prevista chuva generalizada por todo o território que pode ser por vezes forte e acompanhada de trovoada e queda de neve acima dos 1.100 metros de altitude.
“No sábado esperamos alguns aguaceiros que diminuirão de frequência e de intensidade e no domingo deverá ocorrer chuva, mas já menos frequente”, disse.
Quanto ao vento, o meteorologista do IPMA referiu que na terça-feira e quarta-feira o dia foi marcado por muito vento, mas irá enfraquecer ligeiramente.
Quanto às temperaturas, Jorge Ponte adiantou que estas têm vindo a descer nos últimos dias e vão continuar relativamente baixas na sexta-feira, que será o dia mais frio.
“Sexta-feira vai ser dia mais frio com máximas que podem ser inferiores a 10 graus no interior norte e centro e não devem superar os 14/15 graus na zona de Lisboa. Podem chegar aos 16 e 17 graus no Algarve. No fim de semana deverão começar a subir ligeiramente”, realçou.
O meteorologista adiantou igualmente que as temperaturas mínimas também vão estar baixas, podendo chegar aos 0 graus no interior norte e centro e aos 10 no litoral.
“Está previsto um novo episódio de chuva para o início da próxima semana, mas ainda com alguma incerteza. Carece de melhor avaliação”, disse. @ Sapo

Universidade do Porto tira dúvidas a alunos do secundário

Depois de uma edição cancelada e outra online, a Mostra da Universidade do Porto regressou. Entre esta quinta-feira e domingo, os alunos do ensino básico e secundário poderão encontrar informações sobre os diversos cursos das faculdades que englobam a Universidade do Porto (UP). O Pavilhão Multiusos de Gondomar foi o local eleito para a 19.ª edição do evento.

Durante quatro dias, 14 faculdades estarão distribuídas ao longo do Pavilhão Multiusos de Gondomar com a finalidade de "dar a conhecer a oferta formativa da Universidade e demonstrar o lado mais divertido do conhecimento científico", mencionou, esta quinta-feira, o reitor da UP, António de Sousa Pereira, na inauguração da mostra.

Estão inscritas cerca de 60 escolas que, durante os próximos dias, irão marcar a sua presença na iniciativa. Esperam-se mais de sete mil estudantes e à sua disposição estarão cerca de 52 cursos de licenciatura e mestrado integrado na Universidade do Porto. @ DN
 

fim da obrigatoriedade do uso de máscaras (duas exceções)


Depois da contestação da comunidade escolar, o Governo cedeu e vai acabar com o uso obrigatório das máscaras nas escolas. A máscara continua a ser obrigatória nos lares e transportes públicos.
Após dois anos de pandemia e com uma população quase totalmente vacinada, o Conselho de Ministros desta quinta-feira decidiu acabar com a obrigação do uso de máscara em espaços fechados, incluindo nas escolas, mas vai manter a obrigatoriedade nos transportes e nos lares. Foi exatamente em abril de 2020 que o uso de máscaras passou a ser obrigatório. 
Não estamos no patamar ideal, mas entendemos assumir com transparência que o caminho feito permite neste momento alterar o enquadramento que tínhamos. Estamos a assumir que as circunstâncias da pandemia mudaram“, explicou Marta Temido na conferência de imprensa do Conselho de Ministros, anunciando o fim do uso da obrigatoriedade de máscaras, exceto nos transportes públicos e nos lares (e estruturas de saúde). 
A ministra da Saúde admitiu que Portugal tem uma “dupla circunstância”: a mortalidade ainda não está abaixo da linha vermelha definida, mas a ocupação das camas de cuidados intensivos está. Perante este contexto, o Governo decidiu, “seguindo o princípio da proporcionalidade” face ao “risco que se enfrenta” e após “auscultar os peritos”, que “estão reunidas as condições para a não obrigatoriedade do uso de máscara” nos espaços fechados. 
Porém, há duas exceções: os locais frequentados por “pessoas especialmente vulneráveis” como as estruturas de saúde, os lares, os locais de cuidados continuados e outras estruturas desta tipologia; e os locais caracterizados pela “elevada intensidade de utilização, difícil de arejamento e inexistência de alternativas, como é caso dos transportes coletivos de passageiros”, explicou Temido, o que inclui os aviões, os táxis e os transportes TVDE
São estas as duas circunstâncias em que se mantém a obrigatoriedade de utilização de máscaras, sem prejuízo da sua utilização recomendável em termos de medida de saúde pública em determinadas circunstâncias“, acrescentou a ministra da Saúde, recordando que “sazonalmente” podem vir a ser adotadas medidas mais restritivas, nomeadamente se surgir uma nova variante com elevada transmissibilidade. Além disso, referiu em específico que é recomendável o uso da máscara quando estamos em casa com um doente Covid-19” e que a “pandemia ainda não acabou”.Porém, há duas exceções: os locais frequentados por “pessoas especialmente vulneráveis” como as estruturas de saúde, os lares, os locais de cuidados continuados e outras estruturas desta tipologia; e os locais caracterizados pela “elevada intensidade de utilização, difícil de arejamento e inexistência de alternativas, como é caso dos transportes coletivos de passageiros”, explicou Temido, o que inclui os aviões, os táxis e os transportes TVDE. 
Quanto ao dia em que esta decisão entra em vigor, a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, indicou que a resolução deverá ser publicada esta sexta-feira e as medidas entram em vigor no dia seguinte à sua publicação, ou seja, sábado. Contudo, Vieira da Silva notou que há também alterações a um decreto-lei, o qual tem de ser promulgado pelo Presidente da República e isso demora mais tempo. É esse o caso do fim das máscaras, acrescentou a ministra.
Para avançar para a “libertação total” das restrições, levantando a obrigatoriedade de uso de máscara na generalidade dos espaços públicos fechados, o Governo tinha definido como meta atingir o limiar das 20 mortes por Covid-19 por milhão de habitantes a 14 dias. No último relatório semanal da DGS, datado de 15 de abril, ainda havia 28,8 óbitos em 14 dias por milhão de habitantes. Esta quinta-feira Temido referiu que estava nos 27,9 óbitos, ligeiramente abaixo.
Numa das primeiras reuniões do Conselho de Ministros do novo Governo, o Executivo decidiu prorrogar a declaração da situação de alerta, no âmbito da pandemia da doença Covid-19, até às 23h59 do dia 22 de abril de 2022, mantendo inalteradas as medidas atualmente em vigor, incluindo o uso obrigatório das máscaras. Agora essa situação de alerta é prorrogada até 5 de maio, mas há alterações às medidas.Para avançar para a “libertação total” das restrições, levantando a obrigatoriedade de uso de máscara na generalidade dos espaços públicos fechados, o Governo tinha definido como meta atingir o limiar das 20 mortes por Covid-19 por milhão de habitantes a 14 dias. No último relatório semanal da DGS, datado de 15 de abril, ainda havia 28,8 óbitos em 14 dias por milhão de habitantes. Esta quinta-feira Temido referiu que estava nos 27,9 óbitos, ligeiramente abaixo. 
Além de deixar cair o uso obrigatório das máscaras em espaços fechados, com as devidas exceções, também deixa de ser obrigatório o preenchimento do formulário de localização de passageiros (Passenger Locator Form) por parte de quem passa ou tem destino final em Portugal, tanto nos voos como nos cruzeiros
O Governo decidiu também acabar com as regras para a realização obrigatória de testes, passando a ser por decisão das autoridades de saúde (Linha SNS24), e deixa de ser necessário a apresentação do certificado digital Covid para o acesso aos lares ou a estruturas de prestação de cuidados de saúde. 
“Deixa de ser exigido o Certificado Digital Covid da UE na modalidade de teste ou de recuperação ou outro comprovativo de realização laboratorial, teste negativo nos termos definidos pela DGS e INSA ou certificado de dose de reforço de vacinação, para acesso às estruturas residenciais e para visitas a estabelecimentos de prestação de cuidados de saúde, sendo encarregue a DGS da determinação das normas e orientações específicas para a proteção das populações de maior vulnerabilidade”, lê-se no comunicado do Conselho de Ministros.@ Ecosapo (notícia de 21.04.2022)