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08/07/2021

Desporto Escolar investe em material de Desporto Inclusivo

 No ano de 2019 a Direção Geral de Educação (DGE), através da divisão do Desporto Escolar, em conjunto com a Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), organizaram o primeiro Campeonato Mundial Escolar de Desporto Adaptado – ISF (International School Sport Federation) - Inclusive Games.

No seguimento desse evento, com o intuito de promover a inclusão de Todos e para que todos os alunos possam experimentar modalidades especificas e adaptadas para pessoas com deficiência, o Desporto Escolar fez um investimento em material de Desporto Inclusivo, o qual está a disponibilizar para utilização no nosso Agrupamento.

Desse material consta um Kit composto por: 3 Bicicletas Tandem; 1 Bicicleta Handbike e um Guia de Apoio.

                                                                cortesia (texto e imagens) de Daniel Braga e Serafim Silva, docentes da escola

para os mais pequeninos, votos de BOAS FÉRIAS!

imagem do Pinterest

Como sabemos, o Ministério da Educação atualizou o calendário escolar, tendo em conta as alterações resultantes da paragem letiva antecipada e do ensino online. 

A pausa letiva de Carnaval foi eliminada. A pausa letiva da Páscoa decorreu entre 29 de março e 1 de abril.

Assim, o final do 3.º período teve diferentes datas: Pré-escolar, o 1.º ciclo e o 2.º ciclo terminam hoje, 8 de julho. Os 7.º, 8.º e 10.º anos de escolaridade terminaram a 23 de junho. Os 9.º, 11.º e 12.º anos concluíram a 18 de junho.

Decorrem ainda os Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário, em duas fases: a 1.ª fase, de 2 a 16 de julho, e a 2.ª fase, de 1 a 7 de setembro.

Hoje, para os mais pequeninos, o CRESCER deixa votos de BOAS FÉRIAS!

07/07/2021

teor do comunicado da ARS do NORTE, para mais fácil leitura

 Teor do comunicado da ARS do NORTE, para mais fácil leitura: 


Graça Maria Barbosa da Costa Cruz Alves, Autoridade de Saúde Regional Adjunta do Norte, tendo em  consideração que,

        ·         a situação epidemiológica nacional relativa à pandemia por COVID-19 determina o elevado grau de incerteza em que vivemos;

        ·         a imprevisibilidade da evolução epidemiológica da COVID-19 implica uma avaliação de risco contínua e, de acordo com o nível de risco apurado, a reavaliação das medidas de saúde pública implementadas;

        ·         independentemente do cumprimento integral de todas as medidas de saúde pública preconizadas, o risco de transmissão de infeção por SARS-CoV-2, durante eventos, é real e não pode ser anulado;

        ·         é do conhecimento comum que qualquer evento, independentemente da sua natureza (familiares, desportivos, corporativos ou culturais), contribuindo para a agregação de pessoas, constitui, no contexto da situação epidemiológica atual, um risco acrescido para a Saúde Pública, condicionando um risco real de que possam circular pessoas infetadas, com ou sem sintomas, ainda que com um esforço de testagem prévia;

        ·         é fundamental que todos aqueles que pretendem realizar eventos durante a pandemia, ainda que nos limites do enquadramento legal, ponderem o risco a que se estão a submeter, assim como aos demais participantes, tendo a responsabilidade de aplicar as medidas de redução de risco e de cumprir, promover e garantir o cumprimento da legislação vigente aplicável, bem como das normas, orientações e recomendações da Direção-Geral da Saúde, atendendo ao risco existente de infeção por SARS-CoV-2 e ao risco para a Saúde Pública por propagação da doença COVID-19; 

ao abrigo dos artigos 5.º, 7.º e 9.º do Decreto-Lei n.º 135/2013 de 4 de outubro, que alterou e republicou o Decreto-Lei n.º 82/2009, de 2 de abril, nomeadamente, no uso das competências previstas no n.º 2 do artigo 7.º do referido Decreto-Lei, desaconselha a realização de   eventos/festas/jantares que promovam a aglomeração de pessoas, na região Norte, com efeitos imediatos.

 As Autoridades de Saúde da região Norte manterão o acompanhamento da situação epidemiológica, ajustando a intervenção em Saúde Pública, de acordo com a avaliação de risco.

Reiteramos que é fundamental manter elevada atenção ao aparecimento de sintomas de COVID-19, nomeadamente febre, tosse (de novo, agravada ou associada a dores de cabeça ou dores generalizadas do corpo), dificuldade respiratória ou perda total ou parcial do olfato ou do paladar, de início súbito, e no caso do aparecimento destes sintomas, contactar o Centro de Contacto do SNS 24 (808 24 24 24), bem como dar cumprimento às medidas de prevenção e controlo determinadas pelas autoridades de saúde territorialmente competentes.

Gabinete de Assessoria de Imprensa

comunicado da ARS NORTE



 

calor está a bater recordes: do Canadá à Nova Zelândia, passando pela Escandinávia

O aumento das temperaturas em vários pontos do planeta, alguns deles pouco habituados a temperaturas elevadas, já matou várias pessoas e deixou milhares de habitantes incapacitados de fazer a sua vida normal. Os especialistas falam em condições catastróficas, alavancadas pelo aquecimento global.

As notícias começaram a chegar do Canadá e dos Estados Unidos que estão a sentir “as mais altas temperaturas da histórica cúpula de calor” que assola a região ocidental de ambos os países. Os recordes “históricos” de temperatura registados no ocidente do Canadá e dos EUA são provocados por uma onde de calor de intensidade extremamente rara, que já causou o encerramento de escolas, de centros de vacinação contra a covid-19 e motivou a criação de centros de arrefecimento.
Em Lytton, uma vila a nordeste de Vancouver, a temperatura atingiu mesmo os 49 graus Celcius, a mais alta registada no Canadá após o recorde de 45 graus, em 1937.
O calor extremos já levou a centenas de mortes, estima-se que o número ascenda a 500, e provocou centenas de incêndios florestais.
Mas a onda de calor não ficou restringida àquela região do globo. Os países do Norte da Europa registaram temperaturas recorde no fim-de-semana, incluindo máximas de 34 graus nalguns locais. O instituto meteorológico da Finlândia registou a temperatura mais quente em junho, desde que existem registos em 1844.
O professor de meteorologia Michael Reeder, ouvido pelo The Guardian, explica que os fenómenos nos continentes europeu e norte-americano estão ligados. Reeder explica que que uma depressão tropical no oeste do Pacífico, perto do Japão, perturbou a atmosfera e criou ondulações em torno do hemisfério, o que é conhecido como onda de Rossby.
Por outro lado, a Nova Zelândia, que está no inverno, registou o mês de junho mais quente desde que há registo, com dois graus acima da média, um fenómeno que os cientistas do país atribuem às alterações climáticas. País onde 40% das emissões poluentes provêm da agricultura e dos resíduos, a Nova Zelândia declarou emergência climática no seu território em dezembro de 2020.
Também vários modelos de previsão meteorológica americana apontam para uma subida das temperaturas na Península Ibérica no fim desta semana, com os termómetros a poderem atingir os 47° no centro da península.
Em Portugal não se pode falar ainda de uma onda de calor porque, apesar do aumento de temperaturas esperado para o fim-de-semana com algumas localidades a baterem os 40 graus, espera-se que na segunda-feira haja descida de temperatura. @ Sapo

conselhos de uma nutricionista: alimentar o cérebro em época de exames

Para além dos bons hábitos alimentares - já vamos saber quais - dormir no mínimo oito horas é essencial. Conheça os conselhos da nutricionista Rita Morais no arranque de mais uma época de exames nacionais.

Em véspera de exames o que pretendem todos os estudantes? Estar a 100%, ter o cérebro a trabalhar de forma eficaz, eficiente e arranjar formas de combater o cansaço. Para isso, a alimentação deve ser extremamente nutritiva.

O que acontece na maioria das vezes, por falta de tempo, é a procura de snacks, opções rápidas, práticas e que “matem” a fome de imediato, sem perder tempo na cozinha. No entanto, pode existir perda do ponto de vista intelectual. Se estas opções forem ricas em gordura, açúcar e sal não serão opções nutritivas.

Para começar o dia da forma mais equilibrada, independentemente da hora de acordar, os estudantes devem tomar o pequeno-almoço como primeira refeição. Duas sugestões que servem apenas de “inspiração”: Pão de cereais com um pouco de manteiga de amendoim, uma chávena com leite magro com uma colher de chá de café e duas ameixas com a casca.

Para os adeptos de cereais, podem adicionar numa taça, um iogurte liquido magro, umas amoras (uma banana, morangos, ou outra fruta), flocos de aveia, umas nozes e/ou avelãs, sementes de chia e/ou girassol e ficam aptos para começar o dia a estudar.

Frutos secos ricos em tudo o que o cérebro precisa

Para aqueles que preferem estudar fora de casa, evitem passar muitas horas sem comer. Devem levar de casa algumas opções. A melhor “bomba” de nutrientes que posso recomendar, também muito prática, são as nozes, as avelãs, as amêndoas, considerados frutos gordos amiláceos, extremamente ricos em tudo o que o nosso cérebro precisa, já para não falar que são excelentes opções para substituirmos os croissants, as bolachas, os chocolates, considerados opções calóricas, cheias de gordura, açúcar e zero nutrientes interessantes para o cérebro.

A desidratação é algo que pode causar alguma sonolência, fraqueza e moleza. Para evitar estes sintomas tem de existir um esforço acrescido. Para isso, basta arranjar uma garrafa de água e assim beber ao longo do dia.

As refeições principais são muito importantes. Não recorram a alimentos fritos, a refeições pré-confecionadas e ir a restaurantes. Procurem ter no vosso frigorífico opções, uma vez mais, rápidas, práticas e que vos saciem, mas ao mesmo tempo vos deem energia suficiente e nutrientes para estudar.

A sopa de legumes é uma aliada. Peçam à vossa mãe, à vossa avó, tia, namorada, irmão, (…) mas tenham sempre sopa feita e armazenada no frigorífico e em caixas individualizadas congeladas. Esta sopa deve ser de legumes e sem batata. Em substituição desta, deve haver uma pequena adição de feijão, grão, ervilha, lentilha, favas, fontes de fibra alimentar, ferro e cálcio.

Para o prato principal podem (e devem) sempre recorrer ao ovo cozido, escalfado ou feito no microondas, delícias do mar, cogumelos, atum (por exemplo, enlatado em água), peixes gordos que podem fazer no forno rapidamente, como o salmão. Podem ainda recorrer a soluções interessantes, também práticas, como a sardinha ou cavala enlatadas em azeite.

A fruta tem e deve estar sempre presente, ao longo do dia, de preferência fruta da época e quando possível com a casca. Parece-me um número bastante razoável 3 a 4 peças de fruta variadas.

No fim disto tudo, não se esqueçam de dormir no mínimo oito horas e de manter estes bons hábitos até à próxima época de exames. Boa sorte! Sapo

Educação: metas curriculares do básico e secundário mudam já em setembro

 O ano letivo de 2021/2022 vai arrancar com novidades. O Governo quer mexer nos currículos para que os alunos, ao longo de 12 anos de escolaridade, desenvolvam “uma cultura científica e artística de base humanista, alicerçada em múltiplas literacias, no raciocínio e na resolução de problemas, no pensamento crítico e criativo, entre outras dimensões”.

O despacho, que “procede à definição dos referenciais curriculares das várias dimensões do desenvolvimento curricular, incluindo a avaliação externa”, refere ainda um amplo inquérito a professores, cujos resultados foram apresentados em abril de 2016, em que se concluiu que a extensão dos currículos revelava-se problemática por não haver tempo para a “diversificação de metodologias, consolidação das aprendizagens, diferenciação pedagógica ou articulação interdisciplinar”.
Se até agora os programas de cada disciplina não interagiam entre si e eram elaborados de forma autónoma, a partir do próximo ano letivo, a tutela quer que “os documentos curriculares de todas as disciplinas e em todos os anos” sejam “coerentes e uniformes, deixando de coexistir programas, metas ou outras orientações, construídos com pressupostos teóricos distintos ou formatos diferenciados, impeditivos de um trabalho global e que relacione os temas e domínios das diferentes disciplinas.”
A tutela quer também reforçar a definição de Aprendizagens Essenciais das Disciplinas. Neste projeto estiveram envolvidas a Direção-Geral da Educação, a Agência Nacional para a Qualificação e Ensino Profissional, I. P., e as associações profissionais, que por sua vez estabeleceram parcerias com especialistas das diferentes áreas, designadamente sociedades científicas e instituições de ensino superior.
O objetivo é que sejam estas entidades a definir aquilo que serão as Aprendizagens Essenciais para todos os anos e para todas as disciplinas, “entendendo-se «essencial» não como mínimo, mas como as dimensões que nenhum aluno pode deixar de aprender e que constituem a base para um aprofundamento flexível e enriquecido dos temas e conteúdos de cada disciplina
Sobre o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, o Governo, como se lê no decreto, procedeu a uma reflexão sobre os documentos curriculares das várias disciplinas. Este Perfil é o “documento de referência que estabelece a matriz de princípios, valores e áreas de competências a que deve obedecer o desenvolvimento do currículo”, “apresentando um caminho curricular através do qual todos os alunos devem, ao longo dos seus 12 anos de escolaridade, desenvolver uma cultura científica e artística de base humanista, alicerçada em múltiplas literacias, no raciocínio e na resolução de problemas, no pensamento crítico e criativo, entre outras dimensões.” @Sapo

o nosso aluno Vasco Gonçalves foi surpreendido

foto extraída do vídeo

No dia 2 de junho, o aluno Vasco Gonçalves, da E. B. de Corim, foi surpreendido  com uma pequena festa-homenagem pelos colegas de turma, pela professora Ana Magalhães, a coordenadora da escola, pelas professoras bibliotecárias, pelo diretor do agrupamento, pela coordenadora do 1º ciclo e pelos seus pais. 

Nela foi recordado o seu percurso no Concurso Nacional de Leitura (CNL) e o orgulho que todos sentimos pelo seu desempenho. Foram ditas muitas palavras carinhosas e entregues alguns presentes.

Pode ver mais imagens no blogue da Biblioteca, que gentilmente partilhou a publicação com o CRESCER.

Parabéns, Vasco!

06/07/2021

oferta formativa da escola para 2021/22

 













ouro para Portugal na ginástica acrobática


Foto Federação Portuguesa de Atletismo

Entre os dias 2 e 4 de julho decorreu em Genebra, na Suíça, a 27ª edição do Campeonato do Mundo de Ginástica Acrobática e Portugal ganhou, pela primeira vez nesta disciplina, no escalão Sénior, a medalha de ouro.

Na categoria de Par Feminino, as ginastas Rita Ferreira e Ana Teixeiraatletas do Acro Clube da Maiasubiram ao lugar mais alto do pódio e com uma atuação brilhante encheram Portugal de orgulho.

Estão também de parabéns as ginastas Bárbara Sequeira, Francisca Maia e Francisca S. Maia que conquistaram a medalha de bronze.

acesso ao Ensino Superior: autorizado uso de exames da 2.ª fase na 1.ª fase de ingresso

A decisão de poder usar os exames da segunda fase na primeira fase dos concursos de ingresso ao ensino superior foi hoje publicada em Diário da República.


A Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior decidiu que os alunos impedidos de realizar exames nacionais, devido à covid-19 ou por doenças graves, vão poder usar os exames da 2.º fase como prova de ingresso na primeira fase dos concursos de acesso ao ensino superior.
Devido à pandemia de covid-19 que, entre outras situações, pode obrigar ao isolamento profilático de alunos que já estão em época de exames, a Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior decidiu criar esta medida excecional para tentar minimizar “eventuais impactes discriminatórios”.
“Os exames finais nacionais do ensino secundário realizados na 2.ª fase de exames do ano letivo 2020-2021 podem, a título excecional, ser utilizados como provas de ingresso na 1.ª fase dos concursos de acesso e ingresso ao ensino superior de 2021-2022”, refere a deliberação.
Esta situação aplica-se aos candidatos que não consigam realizar os exames na primeira fase, por se “encontrarem em confinamento obrigatório, em estabelecimento de saúde ou no respetivo domicílio, pelo facto de estarem infetados pela doença covid-19 ou por ter sido determinada por autoridade de saúde a vigilância ativa sobre as suas situações no âmbito da atual pandemia”.
Também os alunos que não realizem os exames finais nacionais na primeira fase “por terem sido afetados por graves motivos de saúde, designadamente intervenções cirúrgicas” podem realizar as provas na 2.º fase.
A Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior sublinha que neste último caso, “a candidatura à primeira fase dos concursos do regime geral de acesso carece sempre da respetiva validação por parte da Autoridade Nacional ou Regional de Saúde”. 
Esta é mais uma medida excecional e temporária de resposta à pandemia das que têm sido tomadas no âmbito do ensino secundário e do acesso ao ensino superior. @ Sapo 

05/07/2021

erro no enunciado leva a interrupção no exame nacional de Geometria Descritiva A



Com o exame em curso, o Júri Nacional enviou erratas às escolas. Os alunos tiveram 30 minutos suplementares para responder. 

Os estudantes do 11.º ano já estavam a responder ao exame nacional de Geometria Descritiva A, ao início da tarde desta segunda-feira, quando foi detetado um erro no enunciado. 

A situação foi corrigida com uma errata enviada a todas as escolas. Os alunos tiveram também 30 minutos extra de tolerância para concluir a prova.  


os exames continuam

 

fonte: IAVE

salário dos jovens licenciados é em média 42% superior ao dos jovens com o ensino secundário

Em média, quem completa o ensino superior tem maior probabilidade de estar empregado e salários mais elevados. Em 2018, os jovens entre os 25 e os 34 anos com licenciatura tinham um salário 42% superior aos que ficaram pelo ensino secundário, conforme revelam os dados apresentados pela Fundação José Neves.
Este indicador não é exclusivo para os licenciados. Também aqueles que terminaram cursos do pós-secundário, ou cursos Técnicos Superiores Profissionais, têm ganhos salariais superiores em cerca de 10% face aos do ensino secundário.
As áreas do ensino superior com salários médios mais elevados são Ciências Empresariais; Engenharia e técnicas afins; Informática; Matemática e Estatística e Saúde. Há menor risco de desemprego nos primeiros anos após a formação nas áreas das Ciências da vida; Engenharia e técnicas afins; Informática; Matemática e Estatística e Saúde. Noutro âmbito, é menor o risco de trabalhar em profissões que exigem qualificações mais baixas nas áreas da Arquitetura e Construção; Ciências veterinárias; Engenharia e técnicas afins; Informática e Saúde.
As desigualdades sociais têm um peso muito relevante no percurso educativo. A relação entre o perfil socioeconómico (em particular a formação dos pais e os rendimentos do agregado familiar) e as probabilidades de sucesso escolar estão demonstradas por inúmeros estudos e todos constatam que quanto mais desfavorecido for o contexto familiar, maior o risco de insucesso escolar. E neste ranking, entre os países da OCDE, Portugal aparece como um dos países em que esse perfil socioeconómico mais condiciona as expetativas e as escolhas educativas dos alunos.
Os jovens mais favorecidos têm uma maior expetativa de concluir o ensino superior do que os jovens desfavorecidos e Portugal é um dos países da OCDE onde esta diferença é maior. Uma diferença de 43 pontos percentuais, que fica acima da média da OCDE (35 p.p.) e de outros países europeus como Espanha (26 p.p.) ou França (20 p.p.).
Carlos Oliveira, Presidente Executivo da Fundação José Neves, salienta que “num mundo em acelerada transformação, este Guia que a Fundação José Neves disponibiliza pretende ser uma ferramenta preciosa para ajudar os jovens e as suas famílias a tomarem uma decisão informada sobre como fazer a escolha do curso ou área de formação em benefício do seu futuro académico, profissional e pessoal.” @Sapo

próxima semana com alguma chuva e descida de temperaturas

Apesar de os últimos dias terem sido de sol e calor, a chuva e descida de temperaturas surgem no arranque da próxima semana, de acordo com o ‘Instituto Português do Mar e da Atmosfera’ (IPMA).

governo quer professores a entrar no quadro das escolas no início da carreira — e estagiários a dar aulas

O executivo pretende alterar o modo como os professores evoluem na carreira. De acordo com a secretária de Estado da Educação, Inês Ramires, a intenção é que, após completar três anos de contratos a tempo inteiro, os docentes entrem de forma direta no quadro da escola.

A informação foi revelada pela governante em entrevista ao Público na edição de hoje do diário. Além deste passo, o executivo tem outra ambição: quer dar mais autonomia aos estagiários e defende que estes devem dar aulas a uma turma e não apenas efetuar acompanhamento aos professores em várias turmas.
Há mais de uma década que a entrada de professores nos quadros das escolas não é revista e Inês Ramires frisa que o Governo quer apostar na "base da carreira" e que está a ser feito um "diagnóstico das necessidades do sistema educativo". Tanto que o próximo passo é a forma de recrutamento dos próprios docentes.
Sobre como é que estas alterações farão diferença na vida dos professores, a governante salienta que estes, "entrando mais cedo no quadro de escola, têm a possibilidade de construir um projeto pedagógico", o que por sua vez vai conduzir à construção de "carreiras mais estáveis".
Inês Ramires frisa que o plano passa para estas mudanças sejam colocadas em prática no ano letivo de 2022/23. @ Sapo

02/07/2021

"Não temos neste momento condições para considerar a pandemia controlada"

Afirmando que não há neste momento "condições para considerar a pandemia controlada", o Conselho de Ministros anunciou novas medidas mais restritivas para os concelhos de risco muito elevado e elevado, entre as quais a limitação de circulação na via pública a partir das 23h. Confira aqui os concelhos em risco e as novas regras.

Concelhos de risco muito elevado, 19 concelhos (eram 3 na semana passada): Albufeira, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Constância, Lisboa, Loulé, Loures, Mafra, Mira, Moita, Odivelas, Oeiras, Olhão, Seixal, Sesimbra, Sintra e Sobral de Monte Agraço

Regras:

  • Limitação da circulação na via pública a partir das 23h00.
  • Teletrabalho obrigatório quando as atividades o permitam;
  • Restaurantes, cafés e pastelarias podem funcionar até às 22h30 durante a semana e até às 15h30 ao fim de semana e feriados (no interior, com um máximo de 4 pessoas por grupo; em esplanada, 6 pessoas por grupo);
  • Espetáculos culturais até às 22h30;
  •  Casamentos e batizados com 25 % da lotação;
  • Comércio a retalho alimentar até às 21h00 durante a semana e até às 19h00 ao fim de semana e feriados;
  • Comércio a retalho não alimentar e prestação de serviços até às 21h00 durante a semana e até às 15h30 ao fim de semana e feriados;
  • Permissão de prática de modalidades desportivas de médio risco, sem público;
  • Permissão de prática de atividade física ao ar livre até seis pessoas e ginásios sem aulas de grupo;
  • Eventos em exterior com diminuição de lotação, a definir pela DGS;
  • Lojas de Cidadão com atendimento presencial por marcação.

Concelhos de risco elevado, 26 (eram 14 na semana passada): Alcochete, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Avis, Braga, Castelo de Vide, Faro, Grândola, Lagoa, Lagos, Montijo, Odemira, Palmela, Paredes de Coura, Portimão, Porto, Rio Maior, Santarém, São Brás de Alportel, Sardoal, Setúbal, Silves, Sines, Sousel, Torres Vedras e Vila Franca de Xira

Regras:

  • Limitação da circulação na via pública a partir das 23h00.
  • Teletrabalho obrigatório quando as atividades o permitam;
  • Restaurantes, cafés e pastelarias podem funcionar até às 22h30 (no interior, com um máximo de 6 pessoas por grupo; em esplanada, 10 pessoas por grupo);
  • Espetáculos culturais até às 22h30;
  • Casamentos e batizados com 50 % da lotação;
  • Comércio a retalho alimentar, não alimentar e prestação de serviços até às 21h00;
  • Permissão de prática de todas as modalidades desportivas, sem público;
  • Permissão de prática de atividade física ao ar livre e em ginásios;
  • Eventos em exterior com diminuição de lotação, a definir pela Direção -Geral da Saúde (DGS);
  • Lojas de Cidadão com atendimento presencial por marcação.

Concelhos em alerta: Albergaria-a-Velha, Aveiro, Azambuja, Bombarral, Cartaxo, Idanha-a-Nova, Ílhavo, Lourinhã, Matosinhos, Mourão, Nazaré, Óbidos, Salvaterra de Magos, Santo Tirso, Trancoso, Trofa, Vagos, Viana do Alentejo, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Gaia e Viseu.

Tanto os concelhos em alerta como em todos os outros que compõem oo restante território continental nacional, e que não estão nem em risco elevado, nem em risco muito elevado, mantêm-se as atuais regras. Recorde-se:

  • Teletrabalho recomendado nas atividades que o permitam;
  • Restaurantes, cafés e pastelarias (máximo de 6 pessoas no interior ou 10 pessoas em esplanadas) até à meia-noite para admissão e 1h00 para encerramento;
  • Comércio com horário do respetivo licenciamento;
  • Transportes públicos com lotação de dois terços ou com a totalidade da lotação nos transportes que funcionem exclusivamente com lugares sentados;
  • Espetáculos culturais até à meia-noite;
  • Salas de espetáculos com lotação a 50%;
  • Foras das salas de espetáculo, com lugares marcados e com regras a definir pela DGS.
  • Escalões de formação e modalidades amadoras com lugares marcados e regras de acesso definidas pela DGS;
  • Recintos desportivos com 33% da lotação;
  • Fora de recintos aplicam-se regras a definir pela DGS.

Nota*: No final da reunião semanal do Conselho de Ministros, em Lisboa, a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, adiantou que, tal como nos dois últimos fins de semana, a proibição de circular de e para a Área Metropolitana de Lisboa (AML) vai ser aplicada entre as 15:00 de sexta-feira e as 06:00 de segunda-feira, com as exceções previstas na lei.

A AML engloba 18 municípios da Grande Lisboa e da Península de Setúbal, designadamente Alcochete, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sintra e Vila Franca de Xira.

não descuide a sua saúde auditiva


A saúde auditiva é fundamental para o bem-estar de uma pessoa. Estima-se que em 2015, 1,1 bilhões de pessoas em todo o mundo foram afetadas pela perda auditiva, ou seja, cerca de 16% da população mundial. 

Os números também mostram que, em média, as pessoas com perda auditiva esperam cerca de 10 anos antes de procurarem ajuda.

Viver a vida ao máximo inclui cuidar da sua saúde auditiva e isso está ao seu alcance. Conheça os sinais de alerta.

A perda de audição é progressiva e estes são os sinais de alerta mais frequentes:

  1. Dificuldade em ouvir o que lhe dizem ao telefone;
  2. Não ouvir a campainha da porta;
  3. Achar que os sons estão "abafados";
  4. Ter de esforçar-se para perceber uma conversa;
  5. Pedir frequentemente para as pessoas repetirem o que estão a dizer ou para falarem mais alto;
  6. Dificuldades de concentração em conversas com mais de uma pessoa ou em locais públicos com barulho de fundo;
  7. Os seus familiares queixarem-se que o som da televisão, aparelhagem ou o toque do seu telemóvel está sempre muito alto..

exames nacionais mais difíceis podem beneficiar quem os fez no ano passado

Arranca hoje, 2 de julho, a 1.ª fase de exames nacionais, com alterações face ao ano letivo anterior: mais perguntas obrigatórias e as opcionais têm peso menor na nota. Professores criticam situação de desigualdade.


Mais perguntas obrigatórias e com cotação mais elevada na nota final da prova são as grandes alterações na estrutura dos exames nacionais 2020-2021. Uma mudança que muitos professores consideram injusta e que pode beneficiar os alunos sujeitos a exame no ano letivo passado." Aumentar o grau de dificuldade dos exames nacionais num ano que também foi toldado pelo ensino à distância é, no mínimo, injusto, para não qualificar com um adjetivo um pouco mais pesado. É bom lembrar que os alunos que vão fazer exames neste ano letivo não tiveram aulas em ensino remoto num confinamento apenas, mas sim em dois (e alguns em condições profundamente precárias). Aumentar o grau de dificuldade dos exames não só é injusto para os atuais alunos de 12.º ano, pois dificulta uma eventual melhoria, como também é ainda mais injusto para os alunos de 11.º ano que farão os exames das disciplinas bienais e terão de competir com resultados absolutamente avassaladores das provas de ingresso das disciplinas bienais do ano passado", explica ao DN Daniel Ribeiro, professor de Física e Química.

Neste ano volta a ser possível usar a nota do exame para melhoria da classificação interna, o que, para o docente, é um "fator adicional de injustiça". "A hipótese de melhorar classificações internas através do exame surge tarde, pois esta devia ter sido implementada no ano passado, como sempre aconteceu. Este impedimento teimoso do ano anterior serviu apenas para tentar barrar um disparo ainda maior das médias de acesso, que já estaria previsto por causa da tipologia de exame implementada no ano passado. Contudo, o facto de neste ano alterarem novamente as regras do jogo impõe sempre mais um fator adicional de injustiça e de não conformidade nos acessos ao ensino superior", sublinha.

Dois anos letivos marcados pela pandemia
Sandra Paulo, docente de Matemática, também prevê dificuldades acrescidas à disciplina. "O número de questões obrigatórias aumentou pelo que se prevê que as dificuldades aumentem a Matemática, em relação ao ano anterior. No entanto, será uma situação ainda favorável face aos exames até 2019, onde todas as questões eram obrigatórias", ressalva. A professora tem verificado "menos ansiedade" por parte dos seus alunos "porque é o segundo ano em que vão a exame em tempo de pandemia", mas com um problema acrescido de "perda de ritmo de trabalho" provocado pelos confinamentos.
Vítor Pinto, professor de Biologia e Geologia também teme que os alunos sejam prejudicados, face aos estudantes que foram sujeitos a exame no ano passado. "Poder transitar os resultados do ano anterior, onde já foi assumido que os resultados foram excecionalmente bons, pode, eventualmente, prejudicar os alunos que vão realizar os exames neste ano, caso se venha a verificar uma maior complexidade e grau de abstração nos exames propostos pelo IAVE para este ano letivo", explica. A dificuldade, diz, poderá ser ampliada não só pelo aumento de questões obrigatórias, mas também pelo facto de uma parte do ano ter sido lecionada em ensino a distância", quando "o contexto pandémico de ambos os anos letivos é o mesmo, mas as regras são diferentes".
Emília Nogueira, professora de Português, relembra que os estudantes de 12.º ano sujeitos a exame "já viveram o confinamento do ano passado" e "são alunos com défice de aprendizagem"". "Penso que haverá maiores dificuldades neste ano, não tanto pela possível dificuldade das provas, mas devido ao longo confinamento do 2.º período. Por um lado, foi muito mais difícil abordar os conteúdos planificados quer pelos professores quer pelos autores dos manuais para serem dados presencialmente. Por outro lado, o número de aulas também diminuiu consideravelmente", adianta.
Sónia Junqueira, docente e autora de manuais de Português, partilha da mesma opinião, embora sinta "um nervosismo menor neste ano". "A experiência do ano passado permitiu que os alunos estivessem mais serenos e para isso muito contribui a possibilidade de realizarem apenas os exames que serão usados como prova de ingresso. Esta alteração - que, a meu ver, faz todo o sentido - atenuou a ansiedade dos alunos. Penso que esta informação só pecou por tardia, pois, durante a maior parte do ano letivo, os alunos mantiveram-se com dúvidas quanto a esta nova modalidade", conta. Contudo, para a docente "o encerramento das escolas pode comprometer o desempenho dos alunos", uma vez que "é inegável que o ensino remoto destaca, ainda mais, as desigualdades existentes". "Tudo isto é relevante num período de preparação para uma avaliação de cariz global", conclui.
150 mil inscritos nos exames
Para António Augusto Fontainhas, presidente da Comissão Nacional do Ensino Superior, o facto de estarmos perante dois anos letivos marcados pela pandemia leva a uma maior necessidade de estabilidade. "Mantivemos o cálculo da média de entrada no ensino superior. A ideia foi dar estabilidade. Já não basta esta crise social... Nestas faixas etárias deve haver estabilidade e previsibilidade", refere.
Para o responsável, "neste segundo ano de pandemia, os alunos terão alguma calma". "O sistema presencial foi interrompido e pode causar efeitos no abandono escolar, algo que é preciso evitar. No primeiro ano de pandemia, os estudantes adaptaram-se. Neste segundo ano já não é novidade, mas há algum desgaste", confessa. O objetivo da Comissão Nacional do Ensino Superior, conta, é "manter a trajetória de Portugal, que tem vindo a aumentar, todos os anos, o número de alunos no superior". "Nos próximos anos queremos ter 60% da população jovem no ensino superior", conclui. E neste ano letivo há mais de 150 mil inscritos nos exames nacionais, sendo quase 60% para acesso ao ensino superior.
Do universo de 66 977 rapazes e 84 886 raparigas inscritos, mais de 90 mil prestam provas para se candidatarem ao superior. Matemática, Português, Biologia e Geologia e Física e Química são os exames com maior número de inscrições. @ DN