Número total de visualizações de páginas

25/05/2021

25 de maio: dia de África


O Dia da África comemora-se anualmente a 25 de maio.

O dia 25 de maio é considerado o Dia de África porque foi neste dia, em 1963, que se criou a Organização de Unidade Africana (OUA), na Etiópia, com o objetivo de defender e emancipar o continente africano. Em 1972, a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu o dia 25 de maio como o Dia da África ou o Dia da Libertação da África. Em 2002 a OUA foi substituída pela União Africana mas a celebração da data manteve-se.

Este dia recorda a luta pela independência do continente africano, contra a colonização europeia e contra o regime do Apartheid, assim como simboliza o desejo de um continente mais unido, organizado, desenvolvido e livre.

A data é celebrada em vários países de África e pelos africanos espalhados pelo mundo. Em países como o Gana, o Mali, a Namíbia, a Zâmbia e o Zimbabwe, o Dia da África é um feriado. @ Calendarr

24/05/2021

o balanço entre o online e o presencial

Com mais um ano letivo em clima de pandemia a terminar, alunos e professores sentem-se felizes por voltar ao ensino presencial.


Falta menos de um mês para acabar o ano letivo e, apesar de grande parte ter decorrido via online, os alunos não o dão como perdido.
Nuno Silva tem 17 anos e exames para realizar em julho. O jovem admite ter ficado feliz quando voltou a ver os amigos e colegas, mas em termos de aprendizagem sente que «está tudo muito confuso».
«Sinto que quando voltamos às aulas presenciais os professores estavam a exigir de nós como se nós tivéssemos apanhado toda a matéria que tinha sido dada online, o que não aconteceu, de todo», explica o estudante de Línguas e Humanidades. «Sinto que o que nos ‘salvou’ foi o facto de, quando voltamos ao presencial, alguns professores terem feito revisões da matéria dada online, mas foi confuso», acrescenta.
Enquanto esteve em casa, Nuno admite que teve dificuldades em acompanhar a matéria, porque «a distração está em todo o lado», confessa. Ter aulas com uma televisão ao lado, familiares a realizar todo o tipo de tarefas ou até mesmo com irmãos para cuidar foi uma dificuldade que muitos jovens começaram a sentir já no ano letivo passado. Nuno acredita que este ano «tudo se complicou», uma vez que o regime online começou mais cedo e não parecia ter um fim à vista.
Os professores são da mesma opinião: o cansaço que o tempo de pandemia trouxe fez com que tanto os docentes como os alunos ficassem desmotivados, dificultando tanto o processo de dar aulas como a aprendizagem.
Mariana (nome fictício)  é atualmente explicadora de alunos do ensino secundário. Voltou a ensinar presencialmente no início do terceiro período e sentiu os estudantes «distraídos e desmotivados». Apesar de ver os mais jovens «alegres por voltarem a estar com os amigos, também se distraem mais facilmente. Passaram tanto tempo em casa sozinhos que, agora, qualquer coisa é um bom motivo para ficarem alheados».
Valeu a pena voltar?
«Apesar de tecnicamente não termos perdido matéria nenhuma, porque os professores continuaram a dar, a verdade é que voltar ao presencial foi um alívio», afirma Nuno, que acredita que passar nos exames seria uma tarefa muito mais complicada se tivesse permanecido em ensino online.
Apesar das diferentes opiniões em relação ao ensino online e à matéria adquirida, há algo em que todos concordam: estar frente-a-frente com os professores «é muito mais prático para esclarecer dúvidas, além de que também me sinto obrigado a prestar atenção ao que estão a dizer, não posso estar no telemóvel ou a jogar», conclui Nuno Silva. Para a explicadora Mariana, também não há dúvidas de que o ensino presencial supera o online: «Só o processo de meter a mão no ar já era uma confusão, falavam uns por cima dos outros e às vezes havia dúvidas que não ficavam esclarecidas, é normal». (leia tudo aqui)

os "books" dos alunos do 4º ano das Escolas de Moutidos e da Gandra

 Acreditariam se vos dissessem que os meninos do 4.º ano criaram os seus próprios livros em Inglês?

Pois bem, foi exatamente isso que aconteceu.


Com base na leitura e exploração do livro “Ketchup on your cornflakes?” de Nick Sharrat, os alunos do 4.º ano das Escolas de Moutidos e da Gandra construíram os seus “books”, escreveram as combinações mais surpreendentes e ilustraram-nas.
Deliciem-se com as obras e leituras dos nossos pequenos autores!

                                                                                    cortesia (texto e imagens) de Rosa Azevedo, docente de Inglês

EMRC: "Vamos construir a esperança!" - concerto falado com Fernando Daniel

O cantor Fernando Daniel promoveu um concerto falado com alunos de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), encerrando a semana dedicada a esta disciplina em Portugal, na noite do dia 21 de maio. 

“Temos de ter a preocupação de ser melhores, todos os dias, e de ser melhores para o próximo”, referiu o compositor, num evento transmitido online. Fernando Daniel destacou os valores que aprendeu e ainda hoje transporta na sua carreira, como o espírito de “união, entreajuda”. Antigo aluno da disciplina, em Estarreja, o cantor e compositor de 25 anos recordou que “as aulas eram todas marcantes, porque eram diferenciadas das outras pelo espírito de união, a liberdade de fazer”. “Esta disciplina chamou-me a atenção pelos valores, pelo potencial, e decidi inscrever-me. Não estou nada arrependido, ajudou-me bastante”, referiu, numa iniciativa com transmissão online no canal do portal ‘Educris’, do Secretariado Nacional da Educação Cristã (SNEC). 

cortesia de Eleutério Gomes, docente de EMRC

encontros felizes

no pavilhão A1

Quem sobe (ou desce) aquelas escadas do pavilhão A1 não fica indiferente aos canteiros de "suculentas" que mãos delicadas cuidam. São "encontros felizes"!

 

21/05/2021

webinar "Delinquência Juvenil e Comportamentos Antissociais em Contexto Escolar"

foto do FB

No âmbito dos estágios de Criminologia a decorrer na Escola Básica e Secundária de Águas Santas, decorre hoje o Webinar Delinquência Juvenil e Comportamentos Antissociais em Contexto Escolar, que  contará com a participação do Criminólogo e Chefe da Polícia de Segurança Pública - Hélder Fernandes, através da Plataforma ZOOM.  

Realiza-se hoje, sexta feira, dia 21 de maio pelas 18h30m. 

participação é gratuita, mas foi sujeita a inscrição através de link previamente enviado por email. Neste momento, as inscrições estão esgotadas, sinal do interesse de toda a comunidade.

sorriam... é preciso!

 

Calvin & Hobbes, Bill Waterson

o tempo ainda não tem estado para banhos

Já foi publicado o diploma que regula o acesso às praias. Multas passam a poder ser aplicadas e afinal a regra de evitar praias cheias não se aplica apenas às que tiverem lotação plena (>90%). Máscara é obrigatória em acessos e zonas comuns, mas não para estar junto ao mar. Conheça as regras.
As regras nas praias
Que distância é obrigatório manter:
• Entre chapéus: no mínimo três metros “contados a partir do limite exterior dos chapéus-de-sol de outros utentes”
• Entre toldos e colmos: também três metros. Nas praias com elevada afluência, as autarquias podem, com parecer prévio da APA, determinar a redução de área concessionada
• Nos apoios de bares, restaurantes e esplanadas, incluindo filas: dois metros
• Nas passadeiras, paredão e marginal: um metro e meio
Há limites para grupos? Nos chapéus não, nos toldos sim
• Nos chapéus de sol não há. O diploma refere ainda que o cumprimento da distância física de segurança não é exigível aos utentes que integrem o mesmo grupo.
• Já em zonas concessionadas, o diploma estabelece que não se deve ultrapassar cinco utentes por toldo, colmo ou barraca. Têm de ser limpos sempre que mudam de clientes.
Quando é preciso usar máscara (e calçado)
• Até chegar ao areal “sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável”
• Em “zonas de passagem”, passadeiras, em paredão e marginal
• Nas instalações sanitárias, onde é também obrigatória a utilização de calçado
• Vendedores ambulantes também têm de usar obrigatoriamente máscara no contacto com os compradores, mas a lei não obriga a que se coloque máscara na toalha para receber a bola de Berlim
Lazer
• Nas áreas de uso balnear não são permitidos jogos que envolvam duas ou mais pessoas, exceto nas praias com lotação baixa 
• Gaivotas e equipamentos similares são permitidos
• Aulas de surf e similares podem ter no máximo cinco alunos por instrutor
in Decreto-Lei n.º 35-A/2021

o Flea Market do Porto regressa este sábado à Praça da República

No dia 22, um sábado que se espera ensolarado, a Praça da República volta a receber esta feira de produtos em 2ª mão.


Entre as 14h e as 19h, o Flea Market ocupa a praça pela segunda vez depois do longo confinamento. Como é habitual, vai poder encontrar-se à venda um pouco de tudo – ou a “fina tralha portuense”, como diz a organização.
Roupas e adereços, decoração, objetos vintage, livros, discos, brinquedos, há muita coisa a descobrir nesta feira de usados. Para já, o evento vai realizar-se quinzenalmente e em versão reduzida, com apenas um terço das bancas habituais. As próximas edições são a 5 e 19 de junho.
De referir que o Flea Market Porto celebra 12 anos durante este mês de maio. A iniciativa original surgiu em Barcelona e é representada em Portugal pela S.P.O.T. (Sociedade Portuense, Outras Tendências, Lda.), com o apoio da autarquia portuense.  (Saiba mais aqui)

transição para exames digitais deve ser preparada com famílias

A Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP) defendeu hoje que a digitalização de provas e exames deve ser preparada com as escolas e as famílias, por forma a não deixar ninguém de fora.

Parece-me uma proposta positiva, até porque a pandemia veio evidenciar a necessidade de se investir no digital, mas é preciso ver as condições que as escolas têm e as famílias também, porque para responder num exame pela via digital, é preciso que os alunos tenham em casa as condições necessárias para também estudarem por essa via”, disse à agência o presidente da CONFAP, Jorge Ascensão.
O Jornal de Notícias noticiou hoje que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) enviado pelo Governo para Bruxelas prevê um investimento de 12 milhões de euros na mudança gradual da avaliação externa, até ao final de 2025.
O responsável pela CONFAP considerou que, mais do que os números inscritos no documento, é necessário avaliar as condições de cada família na área tecnológica e desenvolver formação neste campo, bem como junto dos profissionais das escolas.
Segundo o JN, está prevista uma dotação total de 559 milhões de euros para inovação e desenvolvimento das competências tecnológicas digitais.
Para Jorge Ascensão deve manter-se a possibilidade de os exames serem feitos em papel: “Não devemos também caminhar do oito para o 80. Há sempre quem se sinta mais à vontade com o papel”.
Por outro lado, alertou, há aspetos como a motricidade fina que não se aprendem com um computador, logo “também não se pode responder com o computador”.
“Devemos apostar na inclusão e na equidade e não deixar ninguém de fora”, frisou o representante dos pais.
A CONFAP espera ser chamada a este debate por forma a que as mudanças possam ser preparadas e adotadas com tempo e equilíbrio, mas concorda que a medida deve ser encarada, se faz parte do futuro. @Sapo

várias escolas fechadas em todo o país devido à greve da Função Pública

© Lusa

Os funcionários públicos estiveram em luta ontem, com uma greve e uma concentração junto ao Palácio da Ajuda, em Lisboa, onde se reúnia o Conselho de Ministros, pela valorização dos salários e das carreiras.
Várias escolas em todo o país estiveram ontem fechadas ou com perturbações na sequência da greve dos trabalhadores da Função Pública para exigir aumentos salariais e valorização das carreiras, disse à Lusa fonte sindical. A nossa escola secundária encerrou da parte da tarde.
Houve também perturbações na Universidade de Coimbra e nos serviços sociais.
No que diz respeito à recolha do lixo, Sebastião Santana, coordenador da Frente Comum, disse que a adesão foi superior a 80% no turno da noite e no da manhã. O dia nacional de luta realizou-se em defesa de aumentos salariais de 90 euros para todos os trabalhadores, da valorização das carreiras, da revisão da Tabela Remuneratória Única, pela revogação do SIADAP e em defesa de melhores serviços públicos. O pré-aviso de greve não abrangeu o setor da saúde devido ao contexto pandémico.

20/05/2021

vejam bem: o mundo em imagens

"Vejam bem
Que não há só gaivotas em terra
Quando um homem se põe a pensar
"


Índia


É este o mundo que queremos e merecemos? Vejam bem.

maior icebergue do Mundo soltou-se de plataforma de gelo na Antártida


O maior icebergue do Mundo desprendeu-se da plataforma de gelo Roone, no noroeste da Antártida, noticia esta quarta-feira a agência Efe, referindo imagens de satélite.
Trata-se de uma massa de gelo de 4 320 quilómetros quadrados, maior do que a superfície da ilha de Maiorca, segundo as imagens de satélite capturadas pela Missão Copérnico.
O icebergue, denominado A-76, tem um comprimento de 170 quilómetros e uma largura de 25, com uma superfície total de 4 320 quilómetros, face aos 3 640 da ilha de Maiorca, segundo a Agência Espacial Europeia (ESA).
É o maior icebergue do Mundo, um posto até agora detido pelo A-23A, com cerca de 3 880 quilómetros quadrados.
A grande massa flutuante no mar de Weddell foi detetada pela Missão Copérnico Sentinel-1, formada por dois satélites de órbita polar, que observam a Antártida, incluindo as regiões mais remotas, durante todo o ano.
A denominação dos icebergues faz-se a partir do quadrante antártico em que são vistos originalmente, seguindo-se uma letra sequencial.
Se posteriormente a massa de gelo se partir, como por vezes acontece, cada pedaço acrescenta ao nome uma letra sequencial. @JN 

proteja os mais novos do uso excessivo do ecrã

Investigadores querem entender o impacto negativo que o uso extenso das tecnologias pode ter na vida dos mais novos, tanto socialmente quanto emocionalmente, e como os proteger.

Foto  @robin_rednine/unsplash

Passar cada vez mais tempo em frente a um ecrã tem grande influência no comportamento dos jovens e adultos. A baixa integração social e familiar é um dos motivos que preocupa os investigadores da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica no Porto e que os levou a analisar a repercussão desse alto uso de equipamentos tecnológicos.
O estudo publicado na revista "International Journal of Environmental Research and Public Health" e que faz parte do projeto "Media Activity and Mental Health", do Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano (CEDH) - tenta analisar como proteger os jovens relativamente ao uso dos MEC (Meios de Comunicação Eletrónicos como telemóveis, computadores, tablets, etc.).
Luísa Campos, uma das especialistas envolvidas na investigação, explica os resultados encontrados: "A diminuição do impacto negativo é mais determinada pela frequência de atividades extracurriculares (ex. praticar desporto, independentemente do tempo que lá estão), do que pelo menor tempo de utilização dos MCE ".
A pandemia também é um dos fatores de preocupação pela sua influência nesta "situação" e como esta impede tais atividades extracurriculares. O confinamento permitiu que o uso extensivo aumentasse ainda mais.
A especialista exemplificou as medidas mais efetivas nesse controlo: "Mais do que estarmos preocupados em, por exemplo, reduzir o tempo de ecrã, deveríamos centrar-nos na integração dos jovens em atividades que lhes permitam desenvolver competências sócio emocionais para, assim, estarem protegidos do possível impacto negativo dos MCE. Acreditamos que este artigo dá importantes pistas para pais e profissionais (como por exemplo, professores, treinadores, psicólogos) em relação ao papel protetor da frequência de atividades extracurriculares relativamente ao uso dos MCE".
A investigação, que contou com 729 jovens de todas as regiões de Portugal (entre os 11 e os 17 anos) e os seus pais, foi realizada também pelos peritos Lurdes Veríssimo, Bárbara Nobre, Catarina Morais e Pedro Dias. @ JN

hoje: primeira greve da função pública desde o início da pandemia

“Estamos à espera de um grande impacto nos diversos setores, incluindo as escolas, onde se espera uma forte adesão por parte do pessoal não docente.” 

Pela primeira vez desde o início da pandemia, a Função Pública estará em greve. Os trabalhadores da Administração Pública marcaram um “dia nacional de luta” para esta quinta-feira, 20 de maio, que incluirá uma paralisação e uma concentração, pretendendo reivindicar a valorização dos salários e das carreiras.

Como costuma acontecer em greves deste género, é a adesão dos trabalhadores que vai ditar que setores serão mais afetados ao longo do dia, apesar de se esperar dificuldades em várias áreas, como as escolas, explicou à NiT o coordenador da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, Sebastião Santana.

Em relação a paragens anteriores dos funcionários públicos, esta quinta-feira será, desde logo, marcada por uma exceção: o setor da saúde fica de fora deste dia de luta, devido à situação pandémica que ainda se vive.

Sobre as escolas, os professores não vão aderir à greve mas participam na concentração; já o pessoal não docente entregou o pré-aviso o que, só por si, poderá traduzir-se em estabelecimentos limitados ou fechados. 

Os efeitos do dia de luta começam aliás já a fazer-se sentir na noite desta quarta-feira, 19 de maio, uma vez que dentro das autarquias um setor quase certamente afetado em todo o País é o da recolha de resíduos urbanos — a Câmara de Lisboa já avisou que ela não acontecerá na próxima madrugada. 

Os sindicatos defendem aumentos salariais de 90 euros para todos os trabalhadores e também apelam à valorização das carreiras, revisão da Tabela Remuneratória Única, revogação do SIADAP e uma melhoria nos serviços públicos. @ NiT

19/05/2021

o Vasco Gonçalves na fase nacional do CNL

Vasco Gonçalves


Hoje, na fase nacional do Concurso Nacional de Leitura, o aluno Vasco Gonçalves, da Escola Básica de Corim, representou e dignificou, uma vez mais, o nosso agrupamento e o concelho da Maia.

Realizou-se na Biblioteca da escola sede uma prova escrita de pré-seleção online. Nesta prova, o Vasco leu um texto e comentou-o, por escrito, de forma reflexiva.

Parabéns ao nosso aluno e a todos os professores que, direta ou indiretamente, contribuíram para a ótima prestação do nosso finalista.


Todos juntos vamos fazer da leitura  uma festa!

cortesia de BIBLIO@ESC@S

pessoas com hipersensibilidade vacinadas nos hospitais

As pessoas com possibilidade de reação alérgica às vacinas contra a covid-19 serão vacinadas nos hospitais e acompanhadas por especialistas, para garantir a sua segurança, anunciou a `task force´ que coordena a vacinação em Portugal.

A vacinação destes utentes muito específicos é acompanhada por especialistas e pelos aparelhos médicos indicados para responder a qualquer situação que possa suceder", adiantou à Lusa fonte da estrutura liderada pelo vice-almirante Gouveia e Melo.
Segundo a mesma fonte, antes da toma da vacina no processo normal, é solicitado a todos os utentes o preenchimento de um questionário do qual constam perguntas sobre o seu histórico de reações alérgicas.
"No caso de se verificar que a pessoa tem uma história de hipersensibilidade à substância ativa ou a algum dos excipientes da vacina, esta pessoa deverá ser referenciada, com caráter prioritário, a serviços de imunoalergologia, de acordo com a rede de referenciação hospitalar em imunoalergologia", conforme está previsto na norma Direção-Geral da Saúde, explicou.
De acordo com a `task force´ que coordena a logística da vacinação em Portugal continental, essas pessoas serão, assim, vacinadas em contexto hospitalar e não nos cuidados de saúde primários.
Na prática, nestas situações, os agrupamentos de centros de saúde articulam-se com os hospitais e os utentes reencaminhados deverão ficar a aguardar um contacto da unidade para onde foram referenciados, adiantou. @Sapo 

cuidado: trabalhar mais de 55 horas por semana aumenta o risco de morte por doenças cardíacas e AVC

De acordo com um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT) hoje publicado, trabalhar mais de 55 horas por semana aumenta o risco de morte por doenças cardíacas e AVC.


"Trabalhar 55 horas ou mais por semana representa um grave perigo para a saúde", destaca a médica María Neira, diretora de Meio Ambiente, Mudanças Climáticas e Saúde da OMS.

"É hora de todos nós — governos, empregadores e trabalhadores — finalmente reconhecermos que longas horas de trabalho podem causar mortes prematuras", acrescenta.

O estudo conclui que trabalhar 55 horas ou mais por semana está associado a um aumento de 35% no risco de se se sofrerem acidentes vasculares cerebrais (AVC) e um aumento de 17% no risco de morte por isquemia cardíaca, se forem comparados dados com uma pessoa que trabalha entre 35 e 40 horas semanais.

A OMS e a OIT estimam que 398 mil pessoas morreram de derrame cerebral e 347 mil de doenças cardíacas em 2016 por terem trabalhado pelo menos 55 horas por semana.

Entre 2000 e 2016, o número de óbitos por doenças cardíacas relacionadas a longas jornadas de trabalho aumentou em 42%, ao passo que no caso dos AVC o crescimento foi de 19%.

A maioria das mortes registadas refere-se a pessoas de 60 a 79 anos, que trabalhavam 55 horas ou mais por semana quando tinham entre 45 e 74 anos. @SAPO

Universidade do Minho vence prémio europeu para jovens investigadores em obesidade infantil

A investigadora Sofia Marques Ramalho, da Universidade do Minho (UMinho), venceu o "maior prémio europeu" para jovens investigadores em obesidade infantil, anunciou hoje aquela academia.

Em comunicado, a UMinho acrescenta que o galardão foi agora atribuído no 28.º Congresso da Associação Europeia para o Estudo da Obesidade (EASO), a principal federação de entidades profissionais neste âmbito.
Sofia Marques Ramalho foi laureada pelo seu percurso académico, pelos estudos sobre comportamento alimentar e pelas intervenções online sobre obesidade infantil.
“Estou feliz por reconhecerem o meu trabalho na busca de novas formas de tratamento para o excesso de peso/obesidade na infância e adolescência e na interligação com as novas tecnologias”, afirmou a investigadora, citada no comunicado.
A pesquisa de Sofia Ramalho mostrou, por exemplo, que uma intervenção baseada na rede social Facebook complementa “com eficácia” o tratamento usual na obesidade pediátrica em hospitais.
Os adolescentes participantes no projeto “APOLO-Teens” passaram a comer duas peças de fruta por dia e mais vegetais e reduziram sintomas depressivos ou certos comportamentos, como o medo de engordar ou o recurso ao petisco.
Noutro trabalho recente, Sofia Marques Ramalho concluiu que crianças em tratamento para perda de peso têm por vezes mães já com comportamentos alimentares problemáticos, isto é, o quadro familiar pode afetar as condutas.
Já nos estudos sobre covid-19, por exemplo, a investigadora demonstrou que o confinamento levou a comportamentos alimentares problemáticos associados a sintomas depressivos, de ansiedade e stresse.
Sugere, por isso, uma base de intervenção que mitigue as consequências a curto/longo prazo em contextos similares.
Sofia Marques Ramalho, de 30 anos, é mestre em Psicologia Clínica e da Saúde pela UMinho, doutorada em Psicologia Aplicada pela UMinho e pós-graduada em Psicoterapia Cognitivo-comportamental na Infância e Adolescência pelo Instituto Português de Psicologia.
Atualmente, é investigadora no Grupo de Estudos das Perturbações Alimentares, na Escola de Psicologia da UMinho, em Braga.
Em concreto, explora as relações neurocognitivas da perda do controlo alimentar em adolescentes com sobrepeso/obesidade e testa a eficácia de uma intervenção familiar na rede social Facebook para essa população, no âmbito de uma investigação financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
Além disso, coordena desde 2016 o Grupo de Jovens Investigadores da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, que tem lançado artigos científicos, campanhas de sensibilização, simpósios e seminários ‘online’, entre outras atividades.
“A obesidade é um dos mais sérios e graves problemas de saúde pública do século XXI. É uma doença complexa e, também por isso, é crucial que todos adotemos um estilo de vida saudável”, realça. @Sapo

Fórum de Ermesinde recebe exposição de Júlio Resende e concerto de João Gil


Em mais uma ação integrada nos 20 anos do Fórum Cultural de Ermesinde, de 18 de maio a 23 de agosto, na Galeria Museológica do Fórum, vai estar patente a exposição “Percursos”, com obras do Mestre Júlio Resende.

A entrada é grátis limitada às contingências sanitárias que se vivem.

No programa dos 20 anos do Fórum, está também integrado o concerto de João Gil, esta sexta-feira, dia 21, às 20h30, com a possibilidade de assistir presencialmente ou online.
O concerto é gratuito e o número de lugares limitados e sujeito a reserva online em www.bol.pt
TRANSMISSÃO SIMULTÂNEA ONLINE Sujeito a reserva antecipada, com um número limitado de participantes. INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES PARA A TRANSMISSÃO ONLINE forumculturalermesinde@cm-valongo.pt
229 783 320 • 932 292 713

18/05/2021

18 de maio: dia mundial da vacina contra a SIDA

A DGS apela à realização do teste ao VIH, hepatites virais e infeções sexualmente transmissíveis. Saiba onde pode ser testado.

AFP/JODY AMIET

"A iniciativa tem por objetivo incentivar todas as comunidades da Região Europeia da Organização Mundial da Saúde a promoverem a consciencialização sobre o benefício do diagnóstico precoce de infeções por VIH, Hepatites Virais e Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST) e a eficácia da adesão ao tratamento", explica a DGS em comunicado.
Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde associa-se à iniciativa e relembra toda a comunidade que "as infeções por VIH, hepatites virais e IST requerem a continuidade de respostas adequadas por parte dos serviços que acompanham os doentes e as pessoas em situação de maior risco".
"A pandemia por COVID-19 afetou especialmente as populações mais vulneráveis. Os dados de 2020 revelaram um decréscimo no número de testes realizados, à escala global", adverte a DGS na nota.
"É, por isso, particularmente importante promover o acesso aos testes como um serviço de saúde essencial. A retoma das atividades realizada de forma segura e consciente devolve à população a confiança e oportunidade para conhecer o seu estado serológico", frisa.
O teste é gratuito, seguro e confidencial. Saiba onde fazer o teste aqui.
Segundo dados das Nações Unidas, a cada 17 segundos, uma pessoa no mundo é infetada com o vírus da imunodeficiência humana, causador da Sida, uma epidemia que já provocou 35 milhões de mortes em todo o mundo.
Pelo menos 1,8 milhões de pessoas contraiu o vírus da Sida em 2017, menos 5,3% do que em 2016, enquanto o número de mortos relacionados com a doença baixou 5%, segundo as estimativas da ONUSIDA.
A entidade revela no seu relatório anual sobre a evolução da pandemia que desde o pico alcançado em 1996, as novas infeções caíram 47%, enquanto o número de mortes de 2004 desceu mais de 51%
A cobertura dos tratamentos antirretrovirais tem ganho terreno, sendo que no final de 2017 cerca de 21,7 milhões de pessoas no mundo estavam a receber terapia antirretroviral. @ Sapo

Carta de Direitos do Património Cultural Português insta Estado a assumir “maior ousadia”

foto de Daniel Rocha
Dezasseis associações reuniram-se para subscrever uma Carta de Direitos do Património Cultural Português com “princípios civilizacionais” que visam instar o Estado a assumir “maior ousadia no investimento, na salvaguarda, na promoção, nos recursos e na formação técnica” de modo a proteger e potenciar o seu acervo patrimonial material e imaterial.

A carta alerta para o facto de os bens culturais estarem “sujeitos à degradação e envelhecimento naturais, ao abandono e ruína, ao desinteresse das tutelas, às intervenções desadequadas” e considera que “é urgente, a este respeito, saber desmontar o argumentário pobre de quem advoga a destruição ou vandalização de monumentos, esculturas, ‘obras de arte’ em geral, apregoando ideias antigas, normalmente revestidas de pseudo-modernidade, debaixo de invocações religiosas, políticas, estéticas, morais ou outras”. (daqui)

“Braço Covid”: identificado novo efeito secundário na vacina da Moderna

Facto: a vasta maioria das reações adversas a medicamentos “são observadas em geral em qualquer processo de vacinação”.

Um estudo realizado por investigadores da Universidade de Yale e publicado na revista científica Jama Dermatology, identificou um novo efeito secundário ligeiro da vacina da Moderna. Trata-se de uma reação de hipersensibilidade da pele, apelidada de “braço Covid”, que surge cerca de sete dias após a primeira dose ou dois dias após a segunda, avança o ‘elEonomista’.
Segundo a mesma publicação, esta reação adversa é diferente da vermelhidão, dor ligeira ou inchaço que é comum após a vacinação. Assim, a sintomatologia do “braço Covid” não só se manifesta apenas dias após a punção, como também produz eritema, endurecimento, comichão e dor.
Esta nova descoberta ocorre alguns dias após o Comité de Avaliação de Risco de Farmacovigilância (PRAC) da Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês), ter recomendado que as informações de prescrição da vacina da Pfizer e a respetiva bula sejam alteradas, para incluir erupção cutânea e comichão como reações adversas incomuns (a acontecer em menos 1 em cada 100 pessoas).
Por sua vez, a urticária (erupção cutânea com aumento, vermelhidão e comichão) e o angioedema (inchaço rápido sob a pele) devem ser considerados reações adversas que ocorrem raramente (em menos de 1 em cada 1.000 pessoas).
As reações adversas na área da punção são as mais comuns nas vacinas. No entanto, o dermatologista do Hospital Clínic de Barcelona explica, ao jornal espanhol, que o paciente deve consultar um médico quando surgem erupções urticariformes após o terceiro dia.
O especialista explica que este tipo de efeitos secundários decorrem de uma resposta do sistema imunológico e que não são graves. No entanto, a consulta de um médico pode ser necessária, uma vez que podem ser dados conselhos importantes antes de tomar uma segunda dose. Além disso, existem tratamentos para a dor causada pelas vacinas. @Sapo 

Sociedade Portuguesa de Educação Física alerta para falta de hábitos de exercício no primeiro ciclo

Presidente da SPEF diz que a disciplina de Educação Física "tem alguma estabilidade" desde o segundo ciclo até ao ensino secundário. Situação entre os mais novos é mais preocupante.
Foto ©diarioaveiro.pt

A Sociedade Portuguesa de Educação Física (SPEF) manifestou preocupação pelo baixo nível de atividade física dos alunos do primeiro ciclo e alerta que a pandemia veio agravar ainda mais o “problema”.
Nuno Seruca Ferro, presidente da SPEF, disse à Lusa que a disciplina de Educação Física “tem alguma estabilidade” desde o segundo ciclo até ao ensino secundário e que é entre os alunos mais novos que a situação é mais preocupante.
O presidente da SPEF disse à Lusa que apresentou ao Ministério da Educação um conjunto de preocupações que gostaria de ver englobadas no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), nomeadamente o desenvolvimento de programas desportivos e a existência de infraestruturas para o efeito, admite que “se podia ter ido mais além” e que, “apesar de haver uma crescente preocupação com o desporto, a atividade física, a educação e a saúde, o PRR não tem esse respaldo”. @ Observador

Sociedade Portuguesa de Educação Física alerta para falta de hábitos de exercício no primeiro ciclo

Presidente da SPEF diz que a disciplina de Educação Física "tem alguma estabilidade" desde o segundo ciclo até ao ensino secundário. Situação entre os mais novos é mais preocupante.
Foto ©diarioaveiro.pt

A Sociedade Portuguesa de Educação Física (SPEF) manifestou preocupação pelo baixo nível de atividade física dos alunos do primeiro ciclo e alerta que a pandemia veio agravar ainda mais o “problema”.
Nuno Seruca Ferro, presidente da SPEF, disse à Lusa que a disciplina de Educação Física “tem alguma estabilidade” desde o segundo ciclo até ao ensino secundário e que é entre os alunos mais novos que a situação é mais preocupante.
O presidente da SPEF disse à Lusa que apresentou ao Ministério da Educação um conjunto de preocupações que gostaria de ver englobadas no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), nomeadamente o desenvolvimento de programas desportivos e a existência de infraestruturas para o efeito, admite que “se podia ter ido mais além” e que, “apesar de haver uma crescente preocupação com o desporto, a atividade física, a educação e a saúde, o PRR não tem esse respaldo”. @ Observador

17/05/2021

Porto 360º possibilita vista panorâmica da cidade

foto de ADRIANO MIRANDA

A experiência Porto 360º revela ao grande público um dos segredos mais bem guardados da cidade: a possibilidade de subir ao topo do  Super Bock Arena - Pavilhão Rosa Mota, e desfrutar, desde aí, de uma panorâmica deslumbrante da cidade. 

Museu Soares dos Reis reabre com cara nova e muitas parcerias

Após quase dois anos fechado para obras de manutenção e reformulação, a reabertura teve lugar às 18:00 de sábado, data em que se assinalou a Noite Europeia dos Museus.

"José Régio: [Re]visitações à Torre de Marfim" © Pedro Correia/Global Imagens 


Foi no verão de 2019 que o Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR) fechou portas para obras de manutenção e reformulação. Ao encerramento previsto seguiu-se o impedimento do regresso devido à pandemia de covid-19. Hoje, quase dois anos depois, o MNSR volta a receber visitantes, entre as 18:00 e as 22:00, assinalando, de forma simbólica, a Noite Europeia dos Museus. Neste regresso, para além das exposições temporárias, a programação, conta com projeções de cinema, ciclos de conversas, música, entre outros. "Procuramos encontrar novas formas de chegar às pessoas e atrair novos públicos. Queremos, também, que os visitantes usufruam dos nossos espaços exteriores e vamos ter exposições nos jardins", explica ao DN António Ponte, diretor do MNSR.

Uma das novidades está na possibilidade de o público escolher a "Peça do mês". O MNSR permitirá que o público se envolva na seleção das peças a exibir, sendo colocadas à votação, nas contas de Facebook e Instagram do museu, três peças. "Envolvemos a comunidade nessa iniciativa e na programação do museu. Esta será uma forma de chegar a outras pessoas e diversificar a nossa oferta cultural, com programação complementar. Pretendemos recolocar o único Museu Nacional existente na Região do Norte no mapa cultural da cidade e da região", adianta António Ponte.

Exposições temporárias e parcerias

Enquanto a exposição de longa duração está a ser reformulada, a aposta faz-se em mostras temporárias que permitem, por um lado, a apresentação de peças que estão na reserva do MNSR e, por outro, "reforçar o trabalho em rede com diferentes entidades". "As parcerias têm como grande objetivo atrair público e permitem essa ativação. Temos parcerias com a embaixada da Índia, o Instituto Camões, com a Câmara de Matosinhos (através da Biennale), com a Santa Casa da Misericórdia, entre outras. Vamos ter a promoção dos nossos eventos nas carruagens do Metro do Porto. Há toda uma rede que estamos a ativar nesta aproximação ao setor cultural e social português", explica ainda António Ponte. @DN 

encontros felizes

na sala de trabalho, feito pela Beatriz Costa, 7º I

O CRESCER vai encontrando algumas "pérolas" e aproveita-as para abrir a semana e desejar aos seus leitores uma boa semana. São "encontros felizes"!

16/05/2021

COVID-19: efeitos colaterais são mais comuns após a segunda toma da vacina


De acordo com dados analisados ​​pela app britânica ‘COVID Symptom Study’, que tem vindo a acompanhar o impacto contínuo do esforço de vacinação no Reino Unido a partir das perceções de utilizadores, os efeitos colaterais da vacina são mais comuns após a segunda toma, avança o ‘Express’.

Segundo os dados da mesma app, os efeitos colaterais mais comuns incluem dores de cabeça; febre; calafrios; cansaço (fadiga); dores nos músculos e articulações; diarreia e enjoo (náuseas). Também é comum sentir dor, inchaço, vermelhidão ou comichão no local da injeção, bem como inchaço das glândulas na axila.

Como a equipe responsável pela aplicação apontou, embora todos estes sintomas sejam desconfortáveis, são um sinal de que o seu sistema imunológico está a entrar em ação para protegê-lo do COVID-19.

Ainda assim, advertem: «Não se preocupe se não sentir nenhum desses efeitos após a vacina». «O seu sistema imunológico ainda estará a aprender a responder ao vírus – apenas não está a manifestar-se nesse sentido», acrescentam. (daqui)