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16/05/2013
ALERTA - concurso de professores
Todos os colegas que concorreram, devem verificar se a sua candidatura está válida, impreterivelmente, HOJE.
"O Artista" no Auditório da ESAS
Integrada nas atividades dos Dias do Departamento das Ciências Socais e Humanas, vai ser apresentada a peça de teatro "O Artista" pelo Grupo de Teatro da Associação Recreativa os Restauradores do Brás Oleiro.
Grande parte do elenco é constituído por atuais ou antigos alunos.
O mesmo acontece com o autor e o encenador da peça, Samuel Gomes.
É já na 6ª feira (dia
17 de maio) pelas 21 horas no nosso Auditório.
"Eppur se muove"
"Eppur se muove" é a polémica frase que Galileu Galilei terá pronunciado depois de renegar a visão heliocêntrica do mundo perante o tribunal da Inquisição. Do ponto de vista simbólico, a frase sintetiza a teimosia das provas científicas contra a censura da fé, a quinta essência da rebelião científica contra as convenções de autoridade. Mesmo depois de julgado, Galileu continuou convencido das suas ideias: Eppur si muove (mas ela movimenta-se ou no entanto ela se move).
E quem não pára é o Grupo de Dança do Desporto Escolar do nosso Agrupamento, que teimosamente se movimenta (sempre e bem). Desta feita, o Grupo deu corpo e forma a uma ideia do professor Cândido Pereira e, com a edição de imagem de Flávio Nery, todos geraram este vídeo que serviu para apresentar a nossa escola aquando da Avaliação Externa: "Eppur se muove".
Alguns já puderam visioná-lo. Para que todos o possam conhecer e apreciar, aqui fica a publicação em primeira mão.
Parabéns! O AEAS orgulha-se da vossa frescura e rebeldia!
15/05/2013
15 de maio, nasce Humberto Delgado, o ‘General sem Medo’
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| Uma multidão recebe Humberto Delgado na Praça de Carlos Alberto, no Porto, em 1958. (Global Imagens) |
Hoje
é dia de recordar Humberto Delgado, militar português da Força Aérea, um
dos grandes opositores do regime de Salazar, que perdeu as eleições num ato
eleitoral fraudulento. O ‘General sem Medo’ nasceu a 15 de maio de 1906.
Humberto Delgado é um dos principais rostos da tentativa de
derrube do regime de Salazar pela via eleitoral. Foi derrotado nas urnas, por
via de um processo eleitoral fraudulento, que permitiu a vitória de Américo
Tomás, candidato do regime.
Produziu uma afirmação histórica, na campanha eleitoral, a 10 de
maio de 1958. No café ‘Chave de Ouro’, questionado sobre o que faria a
Oliveira Salazar se vencesse as eleições, Humberto Delgado exclamou:
“Obviamente, demito-o!”.
Foi assassinado pela PIDE.
Os nossos alunos ouvem falar dele nas aulas de Português de 12º ano, a propósito do estudo da peça "Felizmente há luar!" de Luís de Sttau Monteiro, onde é comparado ao General Gomes Freire de Andrade.
"Terra em transformação"
A Universidade do Porto vai levar a cabo a exposição «Terra em Transformação - Evolução da Vida na Terra» que inaugurará amanhã, dia 16 de maio de 2013, pelas 18h30m, na Sala de Exposições Temporárias
345, do Edifício Histórico da Reitoria da Universidade do Porto.
A visita a esta exposição pode ser guiada, necessitando de marcação prévia. A entrada é livre.
escola colorida: quinzena das artes
Mais uma vez, a escola enche-se de cor e somos todos privilegiados pela arte dos nossos pequenos e grandes artistas. Desta feita é a Quinzena das Artes.
14/05/2013
astronauta despede-se do espaço com versão de David Bowie
O canadiano Chris Hadfield despediu-se do comando da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) com um feito inédito. Ele foi o primeiro homem a gravar um videoclip no espaço, a bordo da plataforma localizada a mais de 400 quilómetros de distância da Terra.
O astronauta de 53 anos fez uma nova versão da música Space Oddity, alterando alguns trechos da música lançada em 1969 por David Bowie. A letra faz alusão ao lançamento ao espaço de um astronauta fictício, major Tom, e traz diálogos entre ele e a torre de comando na Terra.
"Com todo o respeito ao génio de David Bowie, aqui vai Space Oddity, gravada na ISS. Um último vislumbre do mundo", escreveu Hadfield no Twitter neste domingo (12). Em menos de um dia, o vídeo já tinha sido visto quase 2 milhões de vezes no canal oficial do astronauta no YouTube.
No lugar da recomendação das "pílulas de proteína", Hadfield escuta ordens para "trancar a escotilha da Soyuz", nave russa usada pelos astronautas para chegar ou sair da ISS. Ele também altera outros trechos em nome de uma versão mais pop, e não menciona que os "circuitos de Major Tom estão pifados" nem se despede com tristeza de sua mulher, como marca o fim da letra original de 1969.
A voz e o solo de viola foram gravados diretamente da ISS, mas a mistura foi feita por uma equipe na Terra, com supervisão dos seus filhos. No clip de cinco minutos, o canadiano flutua, gira a sua viola e observa o espaço pelas janelas dos módulos, tudo ao ritmo mais lento, devido à sensação de gravidade zero da plataforma orbital.
OCDE: Portugal aconselhado a recompensar e motivar funcionários públicos
Num relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), a que o Diário Económico teve acesso, o Governo português é aconselhado a recompensar e motivar os funcionários públicos, sob pena de os cortes e as reformas que estão a ser aplicadas no sector fracassarem. Além desta recomendação, os peritos da OCDE alertam ainda para a necessidade de convergência entre os sistemas de pensões e de um corte suplementar nos dias de indemnização por despedimento.
Os peritos da OCDE consideram também que em relação às pensões deve ser considerado “um alinhamento mais rápido do esquema [de previdência] do serviço público com o do sector privado”.
Outra recomendação prende-se com o cumprimento das metas estabelecidas para o défice. Entende a OCDE que “se o PIB cair mais do que o previsto”, o Governo português é aconselhado a deixar resvalar a meta do défice para acomodar receitas fiscais mais baixas e despesas da Segurança Social mais elevadas.
13/05/2013
13 de maio: fim da escravatura dos índios do Brasil
Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Assim, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos colocaram-se em defesa dos índios condenando a sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo nas suas colónias. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.
Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido às péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.
Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o económico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.
A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as fábricas substituíram os primitivos engenhos, facto que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando os seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livres os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.
Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos. Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.
A vida dos negros brasileiros após a abolição
Após a abolição, a vida dos negros brasileiros continuou muito difícil. O estado brasileiro não se preocupou em oferecer condições para que os ex-escravos pudessem ser integrados no mercado de trabalho formal e assalariado. Muitos setores da elite brasileira continuaram com o preconceito. Prova disso, foi a preferência pela mão-de-obra europeia, que aumentou muito no Brasil após a abolição. Portanto, a maioria dos negros encontrou grandes dificuldades para conseguir empregos e manter uma vida com o mínimo de condições necessárias (morada e educação, principalmente).
10/05/2013
de novo na "School" dos grandes para o exame de Matemática
IR, VER, OUVIR e SABOREAR (a cidade do Porto, o Fado e petiscos)
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| @ Visão |
O Linha 22 ganhou o nome da histórica carreira de elétrico do Porto que passa à sua porta. Sabendo da possibilidade de alugar exemplares da frota do Museu do Carro Elétrico, os sócios do café/mercearia pensaram em criar um passeio original para os seus clientes, todos os sábados, durante o qual pudessem servir alguns dos produtos que vendem.
"Foi muito fácil de organizar e, com ajuda dos nossos parceiros, tornou-se mais económico", conta Carlos Gärtner, um dos sócios. À disposição, os passageiros terão um veículo restaurado, um veículo das primeiras décadas do século XX, ainda com os bancos de palhinha e os mecanismos originais. O percurso começará, precisamente, em frente do Linha 22 (junto à Torre dos Clérigos), onde também é possível comprar os bilhetes.
Praça da Batalha, Rua de Santa Catarina, Aliados, Carmo, Rua da Restauração, Rua do Ouro e Passeio Alegre são alguns dos lugares por onde o elétrico circulará depois, permitindo a captação de imagens-postal do centro histórico e da beira-rio.
Aproveitando as passagens mais planas, serão servidos vinhos, espirituosos e de mesa, assim como alguns petiscos, tipicamente portugueses, dos pequenos produtores associados à mercearia. Durante a viagem, de cerca de 90 minutos, também haverá fados e guitarradas ou outras animações. @Visão
AEAS + UTAD = parceria
09/05/2013
diálogos improváveis
Numa sala onde se ia fazer exame de 4º ano:
__ É professora de quê?
__ De (...).
__ Vai estar aqui na próxima sexta-feira?
__ Não.
__ Oh, que pena! Então dê-me um autógrafo...
Noutra sala:
__ Julguei que iam estar todos de fato e gravata.
__ Sim? Porquê?
__ Não sei. Julguei!
__ Estás com medo?
__ Agora não. Afinal não estão de fato e gravata. Pode ajudar-me se eu não souber?
E ainda:
__ Estou cheio de sono!
__ Dormiste mal?
__ Não, dormi pouco. A minha mãe estava muito nervosa e acordou-me muito cedo...
Amanhã há mais... exames!
__ É professora de quê?
__ De (...).
__ Vai estar aqui na próxima sexta-feira?
__ Não.
__ Oh, que pena! Então dê-me um autógrafo...
Noutra sala:
__ Julguei que iam estar todos de fato e gravata.
__ Sim? Porquê?
__ Não sei. Julguei!
__ Estás com medo?
__ Agora não. Afinal não estão de fato e gravata. Pode ajudar-me se eu não souber?
E ainda:
__ Estou cheio de sono!
__ Dormiste mal?
__ Não, dormi pouco. A minha mãe estava muito nervosa e acordou-me muito cedo...
Amanhã há mais... exames!
aquele abraço
A fotógrafa e ativista Taslima Akhter colocou a imagem no Facebook e esta chegou agora às páginas da revista Time. O abraço daquele homem e daquela mulher tornou-se símbolo da tragédia dos quase 950 trabalhadores que morreram no passado dia 24 de abril em Daca.
"Não sei quem são, nem que relação tinham", explicou Akhter à Time, mas a fotógrafa garante que sempre que olha para aquele casal, abraçado no momento da morte, "é como se me dissessem: "Não somos um número - não somos só mão-de-obra barata. Somos seres humanos como vocês. A nossa vida é preciosa e também temos sonhos".
08/05/2013
mais de 70 milhões de jovens desempregados no mundo
Portugal é o terceiro país da OCDE com mais desemprego jovem. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) fala numa geração perdida.
A OIT teme que o desemprego jovem, que não pára de aumentar em quase todo o mundo, esteja a criar uma geração de jovens em perigo que pode nunca encontrar um emprego decente. O alerta surge num relatório sobre o fenómeno que revela que existem no mundo 73,4 milhões de jovens, com menos de 24 anos, desempregados.
O problema não pára de crescer e afeta várias regiões do planeta, mas ainda mais a Europa do Sul. Portugal é o terceiro país da OCDE com mais desemprego jovem, apenas atrás da Grécia e da Espanha.
Em Portugal o desemprego entre quem tem menos de 24 anos quadruplicou na última década, chegando aos 38,7% em 2012, três vezes a média mundial que se fica pelos 12,6 por cento.
A OIT está muito preocupada com um fenómeno que não se fica por Portugal, não deve diminuir tão cedo e alerta que os jovens foram os mais afetados pelas múltiplas consequências da crise financeira que começou em 2008.
O relatório deixa outro aviso: a falta de trabalho para os mais novos pode sentir-se durante décadas e criar uma geração em perigo de nunca encontrar um trabalho decente. Por outro lado, quem tem emprego cai muitas vezes em trabalhos precários ou informais e tem de aceitar piores condições do que tinham os pais. @ TSF
O problema não pára de crescer e afeta várias regiões do planeta, mas ainda mais a Europa do Sul. Portugal é o terceiro país da OCDE com mais desemprego jovem, apenas atrás da Grécia e da Espanha.
Em Portugal o desemprego entre quem tem menos de 24 anos quadruplicou na última década, chegando aos 38,7% em 2012, três vezes a média mundial que se fica pelos 12,6 por cento.
A OIT está muito preocupada com um fenómeno que não se fica por Portugal, não deve diminuir tão cedo e alerta que os jovens foram os mais afetados pelas múltiplas consequências da crise financeira que começou em 2008.
O relatório deixa outro aviso: a falta de trabalho para os mais novos pode sentir-se durante décadas e criar uma geração em perigo de nunca encontrar um trabalho decente. Por outro lado, quem tem emprego cai muitas vezes em trabalhos precários ou informais e tem de aceitar piores condições do que tinham os pais. @ TSF
07/05/2013
exames de 4º ano
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| daqui |
No entretanto, os alunos do 7º, 8º e 9º ano não têm aulas porque os coleguinhas das escolas de 1º ciclo vêm prestar provas à escola sede do Agrupamento. O transporte é assegurado pelo município.
A mobilização de professores para as vigilâncias foi geral e um exército de pequenos examinandos encherá as salas de aula da nossa escola.
06/05/2013
Parabéns, professora doutora Maria João Peres!
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| professora Maria João Peres, terceiro elemento a contar da esquerda para a direita |
O Crescer orgulha-se pelo reconhecimento público de mais um professor deste agrupamento.
À conversa... com José Queirós
Não foi mais um serão... Foi um reencontro com o velho amigo. "Mãos que se querem, que se enlaçam, que se
abraçam"… E os amigos sedentos de o ouvir, sempre tão sereno, tão sábio, tão
confiante!
Falou-se de Fé, Liberdade e Direitos Humanos.
E o amigo falou de Esperança, Confiança e Amor. Deixou-nos a
alma cheia. Abraçou-nos e saiu, discretamente, como se amanhã voltasse, para
nos acompanhar à sala depois do toque da campainha.
Falou-se de Douro nas II Jornadas do Turismo em Águas Santas
Ao longo de duas semanas ricas em atividades que envolveram
toda a comunidade escolar, também se falou de Douro e de futuro nas Jornadas do Turismo. Porque se trata de
futuro e de esperança que esta região emblemática do Norte pode representar
para a desejada retoma económica do país!
Em animada palestra seguida atentamente e muito participada
pelos alunos do Curso Profissional de Técnico de Turismo, foram apresentadas as
comunicações da Dr.ª Georgina Picotez, Dr.ª Paula Morais, Frederico Varandas
(ex-aluno da nossa escola) e do Dr. António Martinho, ilustre Presidente da
Região de Turismo do Douro.
Falou-se do Douro com paixão e deixou-se no ar o desejo de
que alguns destes alunos possam um dia vir a “empreender”, com a sua juventude
e energia criativa, num verdadeiro “rio
d’ouro .
03/05/2013
IR e LER (a maternidade)
Homenageie a vida, celebre e cante a Mãe.
IR
Pedras parideiras atraem milhares à serra da Freita
A Casa das Pedras Parideiras assinala, esta sexta-feira, os seus primeiros
seis meses de atividade e contabiliza já mais de 12.000 visitantes, pelo que a
Câmara de Arouca atribui ao projeto "uma das melhores performances do país
em custo-benefício".
Em causa está o centro interpretativo dedicado ao fenómeno geológico que,
sendo conhecido como "pedras parideiras"*, só é observável nesse local
preciso do planeta: a aldeia da Castanheira, na freguesia de Albergaria, no
topo da serra da Freita.@ JN
Pedras Parideiras são um fenómeno geológico raro, um tipo de pedras que brotam de uma rocha-mãe, um bloco nodular de origem granítica com 1000 x 600 m, daí o nome Parideiras. Os nódulos de 1 a 12 cm de diâmetro com formas discóides e biconvexas são compostos pelos mesmos elementos mineralógica do granito, a camada externa é composta por biotite e a interna possui um núcleo de quartzo e feldspatopotássico. Estes nódulos ao desincrustarem-se dos núcleos da rocha-mãe por termoclastia/crioclastia deixam uma camada externa em baixo relevo nos núcleos da rocha-mãe e espalham-se à volta desta.
As Pedras Parideiras simbolizam a fertilidade na tradição ancestral da região, esta tradição está ainda presente nas populações locais. Acredita-se que dormir com uma pedra parideira debaixo da almofada aumenta a fertilidade.
As Pedras Parideiras estão situadas na Serra da Freita em Portugal e na Rússia, perto de S. Petersburgo.
São um fenómeno raro no Planeta Terra; este sendo o motivo para que se pede aos visitantes destes locais que não recolham pedras para uso pessoal. @ Wikipedia
_________________________________
Mafalda, sempre Mafalda...
"Poema à mãe" de Eugénio de Andrade
No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe
Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha — queres ouvir-me? —
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...
Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves.
eu sei que traí, mãe
Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha — queres ouvir-me? —
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...
Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves.
Função Pública com menos férias e mais horas de trabalho
O Governo está a preparar várias medidas para poupar dinheiro com a função pública. Uma das medidas passará, segundo a TSF, que cita fonte governamental, o aumento do horário semanal de trabalho, das 35 para as 40 horas. Só aí serão poupados 70 milhões de euros até dezembro.
Uma fonte do executivo contactada pela TSF afirma que a poupança chega por dois caminhos: horas extraordinárias que deixam de ser pagas, e professores que deixam de ser contratados, porque haverá um alargamento do horário de trabalho para os docentes dos quadros.
A mesma fonte assegura que está em cima da mesa um aumento da contribuição dos funcionários do estado, para a ADSE e para outros sub-sistemas de saúde. Um aumento de 0,75%, de 1,5 para 2,25% do salário. Aqui, o executivo conta arrecadar mais 90 milhões de euros.
Depois, está ainda prevista uma redução do pagamento a funcionários em regime de mobilidade especial: um corte que a fonte citada pela rádio não especificou, mas que poderá chegar, no total, a 40 milhões de euros de poupança nos últimos seis meses do ano.
Mais: o «Diário Económico» diz que os funcionários públicos em mobilidade especial arriscam a ter um limite de permanência de 18 meses naquela situação.
Feitas as contas, estas três medidas juntam 200 milhões de euros à poupança já anunciada de 700 milhões com os novos tetos de despesa para os ministérios.
O mesmo jornal avança ainda na sua edição online que o Governo quer mexer também no regime de férias dos funcionários públicos, que atualmente podem exceder os 30 dias, contra 22 dias no sector privado.
Os funcionários do Estado têm direito a um período mínimo de férias de 25 dias úteis, mas este período aumenta consoante os anos de serviço e a idade do trabalhador. Por cada dez anos de serviço, o funcionário tem direito a mais um dia de férias. Esta situação faz com que um trabalhador do Estado tenha mais de 30 dias úteis de férias por ano. Além disso, o período de férias pode ser aumentado ainda através de recompensas pelo desempenho.
Só que agora o Executivo quer, no Estado, um regime de férias aproximado ao do sector privado, ou seja, a função pública ficaria com menos férias.
Para tapar por completo o buraco de 1.230 milhões, deixado pelo acórdão do Tribunal Constitucional, faltam 300 milhões.
O ministro da Presidência não quis confirmar nenhuma das medidas, mas esta quinta-feira o executivo deu o primeiro passo com vista à revisão das tabelas remuneratórias da função pública.
02/05/2013
nova nota de 5 euros entra hoje em circulação
![]() |
| nova nota de 5 euros |
Na apresentação da nova nota, na segunda-feira, o governador do Banco de Portugal disse que esta nota tem "elementos de segurança mais robustos" para "prevenir tentativas de colocação em circulação de notas contrafeitas".
Na zona euro, em 2012, em cada milhão de notas de euro 33 eram contrafeitas, uma redução face à média de 51 notas detetada em 2010.
A nova nota tem elementos distintivos da antiga. A marca de água e o holograma incluem um retrato da figura mitológica grega Europa, que dá nome à segunda série de notas de euro. Um elemento de segurança novo que se destaca é o número cinco em verde esmeralda, o qual, dependendo do ângulo de observação, muda de cor para azul-escuro.
Além disso, nas margens esquerda e direita da frente da nota, figuram pequenas linhas impressas em relevo, destinadas a facilitar a identificação das notas, especialmente por cegos e amblíopes.
Apesar do lançamento desta nova nota de cinco euros, não será preciso trocar a nota antiga que continuará em circulação, sem perder o seu valor. Essas notas serão retiradas de circulação gradualmente.@SIC Notícias
01/05/2013
1 de maio: "Maio, maduro Maio"
Do disco "Cantigas de Maio" de Zeca Afonso, 1971
Um pouco de história:
Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos.
Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Três anos mais tarde, no dia 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.
Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.
A luta dos trabalhadores dos Estados Unidos conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.
Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia.
Em Portugal:
O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-IN (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores).
30/04/2013
maias, maduras maias...
Diz a tradição nortenha que, na noite de 30 de Abril para 1 de Maio, todas as entradas das habitações devem ser protegidas das “entidades malignas” com um ramalhete de flores de Maio.
Reza a lenda que esta tradição remonta ao tempo de Jesus, mais concretamente ao episódio da fuga para o Egipto. Por esta altura, andavam os Judeus à sua procura para o matarem, quando um dia, ao cair da noite, o viram recolher numa casa humilde. Para o poderem prender na manhã seguinte bem cedo, apanhando-o desprevenido, penduraram um ramo de giestas no fecho da porta, a fim de não terem dificuldade em reconhecer a casa em que ele dormira. Mas, por milagre, ao amanhecer, todas as portas estavam enfeitadas com ramos de giestas. E assim os Judeus, desorientados, não puderam descobrir Jesus.
Ainda hoje há o costume de no dia 1 de Maio se enfeitarem as casas com giestas a que também se dá o nome de maias por florirem em Maio.
para refletir: "A escola do meu tempo, não a quero de volta"
Sempre que
passa mais um 25 de Abril, e já lá vão muitos, sobretudo nos últimos anos em
que as dificuldades têm crescido e atormentado mais gente, são razoavelmente
frequentes discursos de descrença e desesperança ouvindo-se enunciados como
“afinal o 25 de Abril... e estamos como estamos”, ou “isto está pior do antes
do 25 de Abril”.
Devo dizer que não simpatizo com este tipo de enunciados e daí
estas notas. Sendo certo que estamos a atravessar tempos de chumbo e com a
confiança em baixo, também é verdade que não é sequer possível comparar o
Portugal de hoje com o país de 1973.
Para refrescar algumas memórias ou contar alguma história aos
mais novos, deixem que vos fale da escola do meu tempo, o tempo dos anos
cinquenta e sessenta. Escolho falar da escola porque é uma área que conheço um
pouco melhor, mas poderia fazer o mesmo exercício em todas as outras áreas de
funcionamento da nossa sociedade.
Não me esqueço, antes pelo contrário, que a nossa educação, a
escola, como tudo o resto, atravessa um período complicado e com problemas
muito sérios, mas só a falta de memória ou o desconhecimento sustentam o
“antigamente era melhor”. Vou-vos falar um pouco da escola do meu tempo,
conversa de velho, já se vê.
Na escola do meu tempo nem todos lá entravam e muitos dos que o
conseguiam saíam ao fim de pouco tempo, ficando com a segunda ou terceira classe,
como então se chamava. Chegava para um país atrasado, rural e sem necessidade
de qualificação.
Na escola do meu tempo os rapazes estavam separados das
raparigas.
Na escola do meu tempo havia um só livro e toda a gente aprendia
apenas o que aquele livro trazia.
Na escola do meu tempo levavam-se muitas reguadas, basicamente
por dois motivos, por tudo e por nada.
Na escola do meu tempo, ensinavam-nos a ser pequeninos,
acríticos e a não discutir, o que quer que fosse.
Na escola do meu tempo eu era “obrigado” a ter catequese,
religiosa e política.
Na escola do meu tempo aprendia-se que os homens trabalham fora
de casa e as mulheres cuidam do lar e dos filhos.
Na escola do meu tempo não aprender não era um problema, quem
não “tinha jeito para a escola, ia para o campo”.
No tempo da minha escola, quem mandava no país achava que muita
escola não fazia bem às pessoas, só a algumas. Ao meu pai perguntaram porque me
tinha posto a estudar depois da quarta classe, não era frequente naquele meio.
Para ser serralheiro como ele não precisava de estudar mais.
Na escola do meu tempo não se falava do lado de fora de
Portugal. Do lado de dentro só se falava do Portugal cinzento e pequenino. Na
escola do meu tempo eu era avisado em casa para não falar de certas coisas na
escola, era perigoso. As pessoas até podiam ser presas e maltratadas.
Sim, eu sei, não precisam de me dizer que a escola deste tempo
ainda tem muitas coisas parecidas com a escola do meu tempo. Também estou muito
preocupado com o que vai acontecendo na escola de hoje.
Mas o caminho é mesmo melhorar a escola deste tempo não é, não
pode ser, querer a escola do meu tempo.
José Morgado (professor universitário no Instituto Superior de Psicologia Aplicada - Instituto
Universitário) @ PÚBLICO
'É impossível cortar mais na Educação sem ferir o sistema', diz Roberto Carneiro
O ex-ministro da Educação Roberto Carneiro diz ser impossível fazer mais cortes na Educação sem provocar “feridas profundas” no sistema e considera que chamar as famílias a comparticipar diretamente o ensino obrigatório abriria mais uma guerra constitucional.
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| daqui |
“Dez por cento do orçamento do Ministério da Educação e Ciência (MEC) é para investimento e nisso não se pode tocar. O investimento é mínimo”, disse à agência Lusa, acrescentando que os restantes 90 por cento asseguram despesas com pessoal.
Para Roberto Carneiro, só seria possível cortar 500 a 600 milhões em pessoal ou salários.
Mas à questão se ainda há pessoal dispensável nas escolas, responde que não: “Já foi feita uma tal razia nos últimos anos!”.
Entre aposentações e contratados a prazo terão saído do sistema cerca de 30 mil professores, estima, recordando que as turmas já passaram para 29/30 alunos por professor. @ SOL29/04/2013
vídeo da NASA mostra 3 anos de explosões solares em minutos
Nos últimos três anos, a missão Solar Dynamics Observatory (SDO), da NASA, acompanhou com atenção tudo o que se passava na maior estrela do sistema solar, o Sol. O resultado desta observação resultou num vídeo de quase quatro minutos no qual foram compiladas imagens capturadas pela sonda e que mostram a atividade solar de 2010 até 2013.
Um dos focos da pesquisa feita pela sonda são os ciclos desta estrela, nos quais é possível detetar as chamadas “tempestades solares”. Este fenómeno é causado por espécies de manchas na superfície do Sol que, por sua vez, são regiões gasosas atingidas por quedas de pressão e temperatura. Essas mudanças no seu campo magnético acabam por emitir grandes nuvens de radiação que podem chegar até a Terra.
Veja o vídeo integral.
26/04/2013
OUVIR e VER (os nossos filhos)
OUVIR
"Aos nossos filhos" de Elis Regina
VER
"I am Sam" (2001)
O filme acompanha a trajetória de Sam Dawson (Sean Penn), um adulto com a idade mental, a inocência e a sinceridade de uma criança de sete anos. Um homem que o destino quis que se tornasse pai solteiro de Lucy (Dakota Fanning). Embora tivesse dificuldades, com a ajuda de amigos muito especiais, Sam conseguiu fazer dos primeiros anos de vida de Lucy, uma infância repleta de amor e alegria.
"Aos nossos filhos" de Elis Regina
VER
"I am Sam" (2001)
O filme acompanha a trajetória de Sam Dawson (Sean Penn), um adulto com a idade mental, a inocência e a sinceridade de uma criança de sete anos. Um homem que o destino quis que se tornasse pai solteiro de Lucy (Dakota Fanning). Embora tivesse dificuldades, com a ajuda de amigos muito especiais, Sam conseguiu fazer dos primeiros anos de vida de Lucy, uma infância repleta de amor e alegria.
25/04/2013
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