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22/02/2010

cartas para Timor e para Angola

Tal como prometido, os nossos alunos das turmas E e F do 10º ano deitaram mãos à obra e escreveram para os colegas de Timor e de Angola, respectivamente. A Internet não tem facilitado as comunicações uma vez que os recursos, por lá, são escassos. Assim, recorrendo ao papel e ao serviço dos Correios, a típica carta já seguiu. Aqui fica o testemunho.

Águas Santas, 11 de Fevereiro de 2010

Olá!

Somos alunos de uma turma de Línguas e Humanidades e frequentamos o 10º ano da Escola Secundária de Águas Santas que fica nos arredores do Porto, a segunda maior cidade de Portugal. Vivemos, na generalidade, nas proximidades da escola e fazemos o percurso a pé, dado que só demoramos sensivelmente dez minutos de casa à escola.

Temos como disciplinas nucleares o Português, a História e a Geografia, para além de outras, nomeadamente, a Educação Física, Filosofia, Inglês e Matemática Aplicada. Pretendemos, profissionalmente, seguir as vias da advocacia, criminologia, jornalismo, psicologia e ensino.

Gostaríamos de saber quais são as disciplinas da vossa área curricular, se gostam da disciplina de Português e se a vossa escola fica muito distante das vossas casas.

A nossa escola encontra-se em remodelação e apresenta, actualmente, dois pavilhões de aulas, que passarão a três depois das obras estarem concluídas, um pavilhão gimnodesportivo muito bem equipado, uma cantina, um bar para os alunos e outro para os professores, uma papelaria, um auditório, uma secretaria, uma biblioteca, uma sala de convívio para os professores e um polivalente para os alunos (o que é óptimo nos dias de chuva e de frio que não são assim tão poucos como devem calcular).

Como actividades extracurriculares a escola oferece-nos a dança, o badmington, a ginástica aeróbica, o ping-pong, o xadrez e as damas. No entanto, há alunos que frequentam outras modalidades fora da escola como o kickboxing, o andebol, o futebol e o basquete. E vocês? Frequentam algumas destas actividades?

O nosso dia-a-dia é passado, essencialmente, na escola porque o nosso horário engloba o turno da manhã e algumas tardes. Quando estamos em casa, depois de preparadas as tarefas escolares, vemos televisão, ouvimos música, fazemos pesquisas na Internet, comunicamos via telemóvel com os nossos amigos e, por vezes, até adormecemos devido ao cansaço.

Teríamos todo o interesse em saber como é passado o vosso dia-a-dia e se têm muitas dificuldades na área da comunicação, pois soubemos que a vossa escola não tem as mesmas condições escolares da nossa no que se refere à área da informática; daí termos que comunicar via postal.

Muitas outras coisas poderíamos relatar e outras tantas vos perguntar, mas fá-lo-emos numa próxima oportunidade se vocês não se importarem.

Ficamos, ansiosamente, a aguardar notícias vossas que demorarão o seu tempo dada a distância e agradecemos, desde já, a vossa disponibilidade e colaboração neste nosso projecto, o de estabelecermos um intercâmbio entre a nossa escola e a vossa através da professora Olinda Ribeiro.

Certos de que corresponderão ao nosso desejo para que todas essas informações sejam dadas a conhecer aos restantes alunos através do blogue que criamos, despedimo-nos com toda a amizade,

Os alunos da turma E e F do 10º ano

20/01/2010

vamos escrever cartas para TIMOR?

De Timor, da professora Olinda:

O nosso acesso à Internet é muito limitado, na escola só há dois computadores que podemos usar. Os alunos não têm acesso à internet na escola e a grande maioria deles, nem em casa.
Mesmo eu, tenho agora internet mais fácil, mas muito lenta, não me atrevo a abrir algumas coisas porque demoro imenso tempo. Tentei abrir o blog mas não consigo.
Terei muitas coisas para contar daquí, sim, mas nestas condições não é fácil fazê-lo.

Se pretenderes escrever, o endereço para onde tens que escrever será
:

Escola Portuguesa de Dili
Embaixada de Portugal em Dili
Edifício ACAIT
Dili
Timor Leste

Vamos escrever cartas para TIMOR? Com selos e tudo? Provavelmente chegam mais facilmente do que os mails!!!

14/01/2010

tempo de balanço

Passaram alguns dias (bastantes) desde a última publicação.
Dias agitados, de final de período lectivo, de festa e de festas, de afectos e de emoção. De muita emoção.
E a emoção envolve-nos noutros percursos e desgasta as nossas energias noutras actividades.

Agora, já em 2010, de Portugal, do nosso cantinho de Águas Santas, podemos dizer-vos que a mudança de ano civil trouxe pouco de novo: um período de aulas, muita chuva e muito vento, muita preocupação pelo desemprego que se acentua e pela falta de perspectivas de futuro para os jovens.

Daí não temos tido notícias. Sabemos que a dra Lígia teve um problema com o seu computador pessoal, já resolvido. Gostaríamos muito de vos ler, ou ver ou ouvir. Não tem sido possível.

Em Angola, decorre a Taça de África das Nações. Pode ser um belo pretexto para conversa.
Os nossos alunos querem escrever-vos, à moda antiga, por carta, com selo e tudo. Será o próximo passo. Quiçá vai resultar!!! :)

Votos de um feliz 2010 para todos vós.

22/11/2009

notícias do mundo de lá

Muito gostaríamos de ter notícias do mundo de lá!!! A Maria Rita vai solicitar essas notícias por nós. Ouçam-na com atenção.

15/11/2009

namíbia

A Namíbia é um país predominantemente desértico; ali podemos encontrar o deserto do Namibe, junto à costa, e o Kalahari numa parte do seu interior.




Um mapa que pode ajudar a situar um local de onde esperamos ansiosamente por notícias.

10/11/2009

música para os nossos ouvidos

Há quem diga que este senhor era um pouco excêntrico. Mas é inegável que fez coisas geniais. Esta é uma delas.
Filmado em África, Amazónia, Croácia e Nova Iorque.

23/10/2009

Como aconteceu?

A ideia da criação de uma Escola Portuguesa em Timor Leste, uma ambição antiga das autoridades timorenses, foi discutida entre o Primeiro-Ministro de Timor Leste, Mari Alkatiri, e o Primeiro-Ministro de Portugal, Durão Barroso, a 20 de Maio de 2002, aquando da cerimónia da Restauração da Independência, em Díli.
Para Timor Leste um dos objectivos imediatos da Escola Portuguesa era o de incentivar os Timorenses a regressar a Timor Leste, já que a inexistência de uma escola desse tipo, era um dos principais argumentos utilizados para justificar o não regresso. De igual modo, a escola facilita a vinda para Timor Leste de cooperantes de Língua Portuguesa com filhos em idade escolar.
Por outro lado, para os países lusófonos a escola permite, dada a “excelência do ensino nela ministrado”, perpetuar a divulgação da língua portuguesa e dos valores da lusofonia junto das gerações vindouras.
A Igreja Católica de Timor Leste manifestou igualmente interesse no projecto o que deu ainda maior credibilidade ao mesmo. Os planos curriculares são elaborados com a colaboração do Ministério da Educação de Portugal, que assegura também a colocação de professores.
O acordo para construção da EPD foi assinado em Díli, no dia 4 de Dezembro de 2002, pelo Ministro da Educação, Cultura, Juventude e Desporto, Armindo Maia e pelo Ministro Adjunto do Primeiro Ministro, José Luís Arnaut.

in site da Embaixada de Portugal em Díli

22/10/2009

Escola Portuguesa de Díli

É aqui que se encontra a trabalhar a professora Olinda Ribeiro. Esperamos que, em breve, ela nos possa dar notícias, directamente de lá. Para já,   podemos ler o que a Ana Pinto, uma das nossas colaboradoras, descobriu:

A Escola Portuguesa de Díli entrou em funcionamento em 2002. No ano lectivo de 2008/2009, contará com o ensino secundário.
O ensino secundário complementará a oferta educativa existente, correspondente à dos programas oficiais portugueses, de ensino pré-escolar e de ensino básico.
Números da escola
No ano lectivo de 2007/2008, a Escola Portuguesa de Díli contava com vinte e sete professores e quinhentos e setenta alunos, distribuídos da seguinte forma:
Pré-escolar: 98; Ensino Básico: 1º. Ciclo 200; 2º Ciclo 112; 3.º Ciclo 160.

Contactos da Escola Portuguesa de Díli:
Rua de Balide, Santa Cruz
Díli, Timor-Leste
N.º de telefone: 670 3322070
N.º de fax: 6703310581
Endereço electrónico: escolaportuguesa@mail.timortelecom.tp

21/10/2009

de Díli

Hoje recebi um mail, da professora Olinda Ribeiro, que me informava do nome da escola onde se encontra e das dificuldades de comunicação.
Aqui vai um excerto:

"Eu ainda não abri o blogue - não fazes ideia do tempo que demora a abrir a net aqui! (...) e só tenho net sem pagar na escola. Isto é tudo muito diferente e difícil de imaginar, acredita.
O nome da minha escola é Escola Portuguesa de Díli - Timor Leste."

Respondi-lhe que nós, por cá, porque temos mais recursos e mais gente envolvida, vamos investigar sobre esse mundo de lá, na esperança de que as condições melhorem e possamos todos colaborar.

Assim sendo, meninas e meninos, arregacem as mangas. Usem e abusem da sorte de terem PCs em casa e na escola com fartura e "Ao trabalho!"

19/10/2009

a propósito de Welwitschia mirabilis

A Inês pediu para lhe mostrarmos a rara planta que apenas existe em Namibe, a Welwitschia mirabilis. Ela aí vai, acompanhada de alguma informação. Incrível, não, Inês?


"Esta planta rasteira magnífica é uma gimnospérmica (actualmente considerada gnetófita), do deserto do Namibe, seu único retiro (na Namíbia e em Angola) , que tem apenas duas folhas. Estas duas folhas crescem durante toda a vida de existência da planta (uma média de 13 cm por ano), por possuírem meristemas basais, podendo atingir mais de dois metros de comprimento e ficando esfarrapadas nas extremidades. A Welwitschia, que pode viver mais de 2000 anos, adapta-se à secura do seu habitat, podendo absorver a água do orvalho através das suas folhas e tem um metabolismo ácido: de dia, as folhas mantêm os estomas fechados para evitar a transpiração e natural perda de água, à noite abrem-se deixando entrar e armazenar o necessário CO2, essencial à fotossíntese.

Dadas as suas peculiares características, de raridade e de lento crescimento, é uma planta ameaçada, estando melhor preservados os exemplares angolanos, dada a protecção de seu habitat pelos campos minados, relativamente aos exemplares namibianos."
in lavaflow. blogs.sapo.pt

17/10/2009

Namibe - um pouco de História

Namibe é uma cidade e município de Angola, capital da província do Namibe. Tem 8 916 km² e cerca de 162 mil habitantes. É limitado a Norte pelo município de Baía Farta, a Este pelos municípios de Camacuio, Bibala e Virei, a Sul pelo município de Tômbua, e a Oeste pelo Oceano Atlântico. É constituído pelas comunas de Namibe, Lucira e Bentiaba.



Namibe Lagoa do Arco


Foi fundada em 1840 e, até 1985, foi denominada Moçâmedes. É o terceiro maior porto de Angola, depois de Luanda e Lobito. É também o terminal do caminho-de-ferro do Namibe.
A região é maioritariamente desértica, com clima fresco e seco.
Alberga a Welwitschia mirabilis, espécie de planta que só existe nesta região.



16/10/2009

Timor - um pouco de História

Timor-Leste (oficialmente República Democrática de Timor-Leste) é um dos países mais jovens do mundo, e ocupa a parte oriental da ilha de Timor na Ásia, além do enclave de Oecussi, na costa norte da banda ocidental de Timor, da ilha de Ataúro, a norte, e do ilhéu de Jaco ao largo da ponta leste da ilha. As únicas fronteiras terrestres que o país tem ligam-no à Indonésia, a oeste da porção principal do território, e a leste, sul e oeste de Oecussi-Ambeno, mas tem também fronteira marítima com a Austrália, no Mar de Timor, a sul. A sua capital é Díli, situada na costa norte.

aldeia típica de Timor
Conhecido no passado como Timor Português, foi uma colónia portuguesa até 1975, altura em que se tornou independente, tendo sido invadido pela Indonésia três dias depois. Permaneceu considerado oficialmente pelas Nações Unidas como território português por descolonizar até 1999. Foi, porém, considerado pela Indonésia como a sua 27.ª província com o nome de "Timor Timur". Em 30 de Agosto de 1999, cerca de 80% do povo timorense optou pela independência em referendo organizado pela Organização das Nações Unidas.

A língua mais falada em Timor-Leste era o indonésio no tempo da ocupação indonésia, sendo hoje o tétum (mais falado na capital). O tétum e o português formam as duas línguas oficias do país, enquanto o indonésio e a língua inglesa são consideradas línguas de trabalho pela atual constituição de Timor-Leste. Devido à recente ocupação indonésia, grande parte da população compreende a língua indonésia mas só uma minoria o português.

Geograficamente, o país enquadra-se no chamado sudeste asiático, enquanto do ponto de vista biológico aproxima-se mais das ilhas vizinhas da Melanésia, o que o colocaria na Oceania e, por conseguinte, faria dele uma nação transcontinental.

nós - um pouco de História

Águas Santas é uma freguesia portuguesa do concelho da Maia, com 7,86 km² de área e aproximadamente 29.000 habitantes (2006). Densidade: 3 212,3 hab/km². A freguesia é limitada a noroeste pela freguesia de Milheirós, a norte por Nogueira e a sul por Pedrouços.
A freguesia é atravessada pelo rio Leça.

É uma das vilas mais densamente populosas da zona de Entre Douro e Minho, e possui a viabilidade de numa data futura receber estatuto de cidade. Actualmente permanece como a vila mais populosa do distrito do Porto e da Região Norte de Portugal.

História

A origem da freguesia de Águas Santas é anterior à formação da nacionalidade, havendo mesmo vestígios que asseguram a sua existência já no século VI. No entanto, o documento mais antigo que se conhece data de 1405 e consta dos registos relativos ao ano 1120 uma referência a Sancta Marya Aquis Sanctis, num foral de doação da cidade do Porto ao Bispo D. Hugo.

mosteiro de Águas Santas
Conta a lenda que a madre superiora de um convento, ao saber da aproximação dos romanos, escondeu a imagem da Virgem Maria junto de uma fonte. Tempos decorridos, uma mulher que havia ido buscar água à fonte, reparou no invólucro ali junto resguardado e qual o seu espanto, ao desembrulhá-lo e ver a imagem de Nossa Senhora chorando. O povo, ao saber da notícia, chamou-lhe Fonte de Águas Santas. Mais tarde foi construída perto da fonte, a Igreja do Mosteiro de Águas Santas. Esta seria, então, a história do nome da freguesia.

Foi elevada a Vila no ano de 1986.

Património

Águas Santas destaca-se pelo seu riquíssimo património histórico, arqueológico e artístico. Tem no seu Mosteiro uma das maiores riquezas patrimoniais. A sua desconcertante arquitectura deve-se às múltiplas reformas que foi sofrendo ao longo dos tempos. Uma escultura em bronze de autoria de Soares dos Reis (1874) embeleza uma sepultura no cemitério local.

13/10/2009

nós - Águas Santas (AEAS) Porto Portugal

Fundada em 1973/74 a Escola Secundária de Águas Santas funcionou nesse primeiro ano numa antiga escola primária de Pedrouços.
Passou a ter instalações próprias na Rua Nova do Corim, em Águas Santas, no ano lectivo 1986/87.
Conhecida pela sua dinâmica, foi Escola Cultural entre 1986 e 1991.
Pertenceu ao Projecto “Viva a Escola” que, mais tarde, deu lugar ao Projecto “Escolas Promotoras de Saúde".
De há anos a esta parte, de uma forma mais regular, desenvolve múltiplas actividades no âmbito do Desporto.
Desde 1998 é escola galardoada com a Bandeira Verde, atribuída pelo Programa Europeu das Eco-Escolas.
Desde 1991 é escola-sede do Centro de Formação de Professores (da Maia e hoje em dia da Maia-Trofa), integrado no Programa PRODEP para a Educação.
Actualmente, a Escola Secundária de Águas Santas integra-se no Agrupamento de Escolas de Águas Santas, a par das escolas EB1 JI de Moutidos, EB1 da Granja, EB1 de Corim, EB1 da Pícua.

os outros - Angola

Na província de Namibe, Angola, a professora Lígia Nogueira, da área da Matemática, faz o reconhecimento do território, visitando várias escolas, assistindo a aulas, conhecendo pessoas de referência, de modo a inteirar-se da realidade do ensino em Angola para que se possa integrar da melhor forma quando assumir turmas e a docência propriamente dita.

Também por lá a comunicação não é fácil pois a internet é lenta, gerando assim grandes limitações.

Aguardamos, ansiosos, por mais informações.

12/10/2009

os outros - Timor

As comunicações com as pessoas que estão a trabalhar em escolas de Timor não são fáceis.

A professora Olinda Ribeiro, da área de Biologia e Geologia, que por lá está em trabalho, diz que só há um PC na sua escola e que são escassos os locais de acesso à internet na cidade.

Essa é uma diferença que podemos desde já registar.
Esperamos trazer-vos mais pormenores da próxima vez.

11/10/2009

espalhem a notícia

O que queremos? Vimos à procura de partilha: conhecer outras escolas onde a língua portuguesa seja oficial e dar a conhecer a nossa escola, neste cantinho de Portugal. Quem se propõe? Duas professoras de Português do ensino secundário do Agrupamento de Escolas de Águas Santas, Eduarda Ferreira e Manuela Couto, acreditando na adesão dos seus alunos e da comunidade escolar em geral. Quando? Num projecto para ser levado a cabo nas horas de permanência na escola, em componente não lectiva, ao longo do ano lectivo 2009/2010.

Como? Através de trabalhos de grupo ; investigação; intercâmbio com uma escola de Angola e outra de Timor ; trabalho de voluntariado; acções de divulgação na comunidade. Porquê? Porque queremos: reflectir sobre a língua portuguesa na sua unidade e diversidade; sensibilizar para as diferenças como valores positivos; dar a conhecer a nossa realidade; conhecer e divulgar outras culturas tão ligadas à nossa; sensibilizar para diferentes formas de cultura e para o diálogo intercultural; praticar a escrita activa/comunicação entre jovens e adultos de comunidades tão próximas e tão distintas.

Que meios vamos utilizar? Comunicação com professores e alunos dessas escolas através de correio electrónico; construção e desenvolvimento de um blogue – “Nós e os Outros”; divulgação do projecto na plataforma Moodle da escola, no Maia Digital e no jornal Crescer; divulgação da evolução do projecto em trabalhos de expressão escrita/fotográfica/audiovisual.