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sexta-feira, 20 de abril de 2018

OUVIR... com o Rúben


Próximo de um fim de semana de descanso, o CRESCER deixa pela mão de um dos jovens colaboradores, Rúben Oliveira, uma sugestão musical transversal a mais velhos e a mais jovens. Segundo ele, "puro talento".
Apreciem.



Magia? Feitiçaria?
Não, puro talento. Um dom.
Os Pink Floyd não precisam de uma introdução, o seu sucesso e reconhecimento internacional falam por si. Foram, são e sempre serão um dos grupos de rock mais influentes e comercialmente bem-sucedidos da história, com as suas músicas progressivas e psicadélicas, o forte uso de letras filosóficas e de críticas sociais, álbuns inovadores e concertos elaborados. Expor por palavras o que é Pink Floyd é um árduo trabalho. Não foram só uma banda, foram, são e sempre serão um símbolo.

Em 1972, os Pink Floyd lançaram um documentário de um concerto dado no antigo anfiteatro romano, em Pompeia. Este concerto no total teve 0 espectadores. Sim. Zero. A banda britânica quis atuar para ninguém, estando apenas no coliseu os músicos e os operadores de câmara. Este concerto único e singular foi marcado pela atitude de indiferença dos músicos, que atuavam como se o coliseu estivesse cheio.

David Gilmour, ex guitarrista e vocalista dos Pink Floyd, deu um concerto, em 2016, exatamente no mesmo sítio onde a banda tinha atuado há 44 anos, só que agora com público. Uma das razões deste concerto foi a promoção do novo disco de David Gilmour, mas claramente foi também em honra e memória da última vez que a banda pisou a arena.


Rúben Oliveira

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