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domingo, 4 de fevereiro de 2018

economia: de graúdos para miúdos

Dando seguimento a um artigo publicado no início do ano, e já sem sequer ter a capacidade de afirmar que estes artigos foram prometidos no âmbito de uma resolução de ano novo, achei que devia voltar a escrever algo, nem que seja para o sossego de consciência.

Assim, como no meu último pequeno texto tento mostrar em que medida a economia, sendo um fenómeno social total, depende de todas as outras ciências sociais, desta vez venho (simplesmente expor o que está no meu manual de economia de 10º ano) afirmar que a economia, enquanto ciência, tem um método científico, com linguagem própria, estratégia de investigação, etc.
Mas, acima de tudo, a economia tem um “problema fundamental” que advém do facto das nossas necessidades ilimitadas estarem condicionadas por recursos escassos, ou seja, nós podemos desejar tudo, mas nunca teremos isso, tal é impossível. De tal modo que somos obrigados a fazer escolhas, aparecendo um conceito chamado “racionalidade económica”, a boa gestão que nos permite fazer as escolhas mais eficientes (que nos permite satisfazer mais necessidades) quando não é possível satisfazer todas as necessidades, têm de se sacrificar algumas delas. Pseudocitando uma professora minha, temos de escolher entre ir ao cinema ou ir almoçar fora, mas não podemos fazer as duas.
Deste modo, espero que tenham aprendido algo mais sobre o funcionamento da economia.

Gonçalo Morais

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