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segunda-feira, 19 de junho de 2017

será que os exames como os conhecemos têm os dias contados?


Exames multidisciplinares e questões cada vez mais centradas na resolução de problemas são algumas das soluções que os especialistas apontam para modernizar as provas nacionais. Flexibilização curricular que o Governo vai testar a partir do próximo ano pode ter impacto nas avaliações.



Testes que conjugam matérias de mais do que uma área, questões centradas na resolução de problemas ou perguntas que não têm uma reposta certa ou errada. Vão ser assim os exames nacionais no futuro? As respostas de vários especialistas em avaliação à questão feita pelo PÚBLICO são diversas. Numa coisa, porém, todos estão de acordo: mesmo mudando, as provas nacionais não acabarão. Apesar dos seus inconvenientes, não têm substituto à altura.
“Ainda não podemos viver sem eles”, comenta Domingos Fernandes. Ainda que a investigação mostre que “os exames tendem a ter mais desvantagens do que vantagens”, desde logo o fenómeno de “afunilamento do currículo”, ou seja, a tendência para que professores e alunos se centrem nas matérias que sabem de antemão que vão sair nos exames, as provas nacionais têm funções de que não podem ser dispensadas. “Têm a vantagem de tenderam a moderar a avaliação interna”, diz Fernandes. E são ainda determinantes para certificar a conclusão do ensino secundário e permitir o acesso ao ensino superior. @ PÚBLICO

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