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terça-feira, 28 de março de 2017

de miúdos a graúdos

Patrícia Miranda



Atualmente, alguns dos alunos finalistas de 12º ano já começaram os seus estudos de 2º ciclo nesta escola. 

O CRESCER foi conhecer e entrevistar alguns deles e apreciar como passaram de "miúdos a graúdos".


Hoje, é a vez da Patrícia Miranda, aluna de 12º ano, do curso de Humanidades.








Lembras-te de como te sentiste quando para aqui entraste no 5ºano? 
Lembro-me que tinha sido a inauguração do 5ºano nesta escola e foi, de certa maneira, estranho, pois tinha acabado de sair da primária, ou seja, iria para uma escola completamente diferente, à qual não estava habituada e que era muito maior comparada com a escola que frequentava. Para além disso, era uma escola secundária onde andavam alunos mais “crescidos” e que metiam de certa maneira “medo” aos mais novos por serem mais velhos, mais altos e isso causava um certo sentimento de desconfiança por passarmos a conviver com eles.

O que recordas da escola antiga? 
Não me lembro de muita coisa devido ao pouco tempo que nela permaneci, mas lembro-me que era uma escola completamente diferente da atual. Recordo-me da entrada da mesma onde se encontrava um mural feito por alunos de artes bastante colorido.
Apesar de antiga até ser uma boa escola, na altura já precisava de algumas obras e foi ótimo fazer-se a remodelação.

Do que mais tens saudades? Porquê? 
Do que mais tenho saudades na escola antiga é do polivalente, simplesmente por este ter sido um local enorme onde os alunos podiam estar durante os seus intervalos e que tinha ligação aos principais locais, como os pavilhões. Para além disso, lembro-me do palco do mesmo, onde nós, os mais novos, adorávamos estar até que o Sr. Xavier nos expulsasse de lá.
A escola precisava de um local assim novamente porque, nos dias de hoje, não existe espaço amplo para os alunos estarem durante os intervalos, especialmente se estiver a chover.

Durante estes anos que cá andaste tiveste algum professor que te marcou?    
Ao longo dos anos foram vários os professores que tive e muitos me foram marcando, mas um dos que me marcou definitivamente foi o professor Jorge Seabra, de MACS.
No 10ºano, quando escolhi MACS, tinha medo de não gostar, pois matemática não era o meu forte até ao 9ºano, mas acabou por se tornar numa das minhas disciplinas favoritas na altura.
O professor Jorge Seabra ensina de uma maneira simples e que todos conseguimos entender. Para além disso é um professor que gosta muito dos seus alunos, tenta ajudar-nos em tudo, sempre que possível.

Onde te vês no próximo ano? 
Bem, 12º ano equivale ao fim de uma etapa escolar e ao início de um período diferente. Enquanto que uns preferem acabar o ensino secundário e seguir para o mundo de trabalho, outros preferem seguir o ensino superior. No meu caso, no próximo ano, gostaria de me ver numa faculdade a seguir o curso de comunicação e apesar de a média ser um pouco alta estou a lutar para conseguir alcançá-la.

 Como é que te sentes agora que estás no 12ºano e que percorreste um longo caminho desde o 5ºano? 

Foi um percurso longo, mas sinto-me crescida e mais madura, pois durante os anos que estive na escola foram várias as experiências que vivi e que me ajudaram a chegar onde estou, existiram experiências negativas, mas também outras bastante positivas (como as viagens a Paris e Roma ou a participação no Projeto +, entre outros). Foi um longo caminho, que ainda não terminou, mas que serviu para aprender e viver diversas coisas, sendo que muitas delas espero guardar comigo para sempre.

Muito obrigada, Patrícia, e muitas felicidades!

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