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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

os "não negócios" provocados pelo fim dos exames

Centros de explicação preocupados

Os exames do 4.º e do 6.º ano foram uma oportunidade de negócio para os centros de explicações, que viram o número de clientes aumentar nestes anos de ensino. Agora que o governo substitui estes exames por provas de aferição, os centros estão já a sentir a redução de interessados em explicações nesses anos. Alguns tinham mesmo programas específicos de preparação para as provas de Português e Matemática - que eram frequentadas em média por grupos de 15, 20 ou 30 alunos - e que neste ano já não se vão realizar.

Aferição não dá negócio

A quebra com o fim dos exames é inegável. E não vão ser as anunciadas provas de aferição para os 2.º, 5.º e 8.º anos que vão fazer o negócio crescer. "As provas não contam para a nota e por isso não há procura", refere Maria José, do centro Rumo Certo, na Amadora. A ideia é partilhada pelos outros centros de estudos contactados pelo DN.

Livros de preparação no armazém


O setor editorial, que produzia vários conteúdos relacionados com as provas, como livros preparatórios, também sai naturalmente penalizado. @ DN

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