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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

à descoberta da Biodiversidade (I)

 desenho feito por Filipe Ribeiro
turma de Artes (12º E)

O Jornal Crescer lança hoje uma nova rubrica, da responsabilidade do professor Pedro Pimenta, cujo objetivo é a promoção científica e a sensibilização para questões da biodiversidade da Maia. Esta rubrica pretende, assim, contribuir para um conhecimento mais alargado da população escolar sobre aspetos ligados à biodiversidade, pois acreditamos que conhecer é o meio para preservar.
Os desenhos serão da responsabilidade dos artistas que quiserem ilustrar os textos.


Erithacus rubecula (Linnaeus) 1758

Pisco-de-peito-ruivo

Comprimento: 14 cm
Envergadura: 20-22 cm

Distribuição Mundial
Espécie europeia cuja distribuição alcança o Noroeste de África e a Ásia Ocidental, sendo as populações do Leste geralmente estivais, e as do Ocidente sedentárias, com invernantes na orla mediterrânica.

Distribuição nacional
Em Portugal, distribui-se do rio Minho ao rio Tejo, podendo ainda ser observado em pontos localizados do Sul, como as serras de Monchique, Caldeirão e S. Mamede.

Águas Santas
Em Águas Santas aparece em pomares, parques e jardins.

Época de observação
Todo o ano, sobretudo no Inverno. Apesar da colorida mancha ruiva que tem na garganta e no peito, os seus hábitos relativamente discretos podem dificultar a sua observação.

Reprodução
A reprodução principia em março, prolongando-se ao mês de julho. Nidifica em buracos no solo, muros, raízes de árvores velhas e paredes interiores de casas abandonadas. A postura consta de 4 a 6 ovos, chocados pela fêmea durante 12 a 15 dias e os jovens abandonam o ninho pelos12-15 dias.

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