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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

"Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que a fez tão importante"


Acabou o 1º período de aulas. Os alunos descansam em suas casas e aproveitam o bom que esta época oferece em magia, festa e convívio. Os professores analisam e avaliam as atividades letivas para poderem, depois disso, entrar no mesmo registo de festa que cabe a todos. A escola, essa, não pára. De forma frenética, prepara-se sempre para receber. A ceia de hoje será o corolário de tudo isso.

Mas há tempo para tudo. Tem de haver.

E nesta época natalícia,  em que todos renascemos, o CRESCER deseja aos seus leitores que dediquem tempo àqueles que mais amam. Deseja também que não entrem em consumismos desenfreados e que não invistam desnecessariamente em bens supérfluos. Sugere que, a trocarem prendas, pensem nos amigos e nos familiares e produzam uma prenda de acordo com a pessoa de cada um. (Ainda se lembram da felicidade de receberem um tosco boneco ou um desenho feito pelas mãos dos filhos? E da dedicação que colocavam no ato de os fazer? Porque não prolongar essa magia agora em tempos adultos?).

Aproveitem bem a companhia uns dos outros. Sejam felizes juntos. Renasçam. Cantem. Riam. Brindem à vida e à amizade.

Como escreveu Antoine de Saint-Exupéry, no seu livro "O Principezinho": "Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que a fez tão importante."

O CRESCER volta em 2016. Até lá! Sejam felizes.


sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

direito ao contraditório: "a importância de ver e de dar a ver"

O CRESCER lançou uma nova rubrica há um mês. O "direito ao contraditório" pretende e ambiciona fazer chegar aos leitores opiniões passíveis de serem contestadas, num salutar e democrático convívio de ideias.
Esta é a segunda. A responsabilidade dos textos é dos seus autores.  
"a importância de ver e de dar a ver"


Nos dias de hoje, cada vez mais existem situações que prejudicam a Humanidade e que requerem uma maior intervenção por parte de todos para que se possa dar uma transformação para melhor.
É necessário, fundamentalmente, ter capacidade de ver aquilo que se passa à nossa volta, ou seja, estar atento aos acontecimentos marcantes que têm lugar em todo o mundo quase todos os dias. Os atentados terroristas enchem os jornais e as televisões a toda a hora e cabe a todos nós estar a par destes acontecimentos. A nossa capacidade de ver vai permitir-nos analisar e pensar sobre estas notícias. Consequentemente, tornar-nos-emos mais capazes de formar opinião própria e participar ativamente na transformação do mundo.
Para além disso, é importante ter a capacidade de dar a ver, ou seja, mostrar e expor opiniões, ideias e convicções. Exemplos disso são a participação e organização de projetos educativos ou solidários que permitem divulgar e chamar a atenção da sociedade para assuntos importantes que lhes permitirão ter, também eles, a capacidade de ver, pensar e intervir para ser possível a transformação do mundo em que vivemos.
Assim, tanto a capacidade de ver, pensar, intervir e a capacidade de dar a ver aos outros aquilo que se passa no mundo e que precisa de uma união da Humanidade para a sua transformação tornam-se importantes meios para alcançar um mundo melhor e mais feliz.
Inês Duarte

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

o nosso Natal pelas mãos e pelas palavras de...

Desta vez a nossa equipa foi procurar as mãos daqueles que ajudaram a construir as nossas árvores de Natal. Quis também saber o que pensam sobre o Natal. Assim se fez a reportagem.

A1

Pavilhão A1

Natal por Zulmira Pereira e Alice Vieira

D. Alice – O Natal é a festa da família. Como nós achamos que este pavilhão é, de certo modo, uma família, prendamos toda a comunidade escolar com o melhor que nós podemos dar. Assim, fazemos questão de mimar as pessoas, decorando o pavilhão de maneira diferente todos os anos.


A2
D. Zulmira – Família e harmonia. Mesmo nas famílias um pouco desavindas, o Natal é um momento em que se esquece as diferenças e desavenças e se vive a festa da família. Traduzindo o Natal numa só palavra: família. 



Pavilhão A2

Natal por Carla Avelino, Paula Braga, Paula Sousa e Lígia Cosmo

Para nós o Natal representa a união da família e a felicidade das crianças. Consideramos que o Natal deveria ser todos os dias, mas, devido a circunstâncias da vida, não é possível reunir a família toda quando se quer e, por isso, tentamos tornar essa reunião possível nesta época do ano. O natal é a família, seja esta grande ou pequena. 
A3

Pavilhão A5 – 2º piso

Natal por Maria Helena Fernandes e Anabela Ferreira

D. Maria Helena Fernandes – O Natal deveria ser o tempo de partilha de que tanta a gente fala, mas, infelizmente, é uma época de consumismo e, muitas vezes, de egoísmo. Cada vez sinto menos o valor natalício, tanto nas crianças como nos adultos.

A5 piso 1
D. Anabela – O Natal, para mim, é juntar a família que está longe. Não me interessa a partilha de prendas mas o convívio, a amizade e a harmonia familiar. As pessoas estão a tornar-se um bocadinho egoístas, mas devíamos pensar em toda a gente. 



Pavilhão A5 – 1º Piso

Natal por Elizabete Carvalho, Rita Sousa e Celeste Bastos

Elizabete Carvalho – O Natal simboliza, para mim, o nascimento do menino Jesus e, como tal, é uma época de ternura e amor. É nesta altura que nos lembramos, especialmente, das pessoas que mais gostamos. Lembramo-nos sempre de quem cá está e de quem não está.

D. Rita Sousa – É uma época de união e, portanto, deve ser vivida com carinho e paz.


A5 piso 2
D. Celeste Bastos – Eu acho que o Natal é uma época bonita, mas, pessoalmente, não tem grande simbolismo. Apesar disso, é uma maneira de as pessoas se juntarem e conviverem mais. Um dos problemas do Natal é o consumismo por parte de quem pode e não pode.

Pavilhão A5 – 2º piso

Natal por Maria Helena Fernandes e Anabela Ferreira

D. Maria Helena Fernandes – O Natal deveria ser o tempo de partilha de que tanta a gente fala, mas, infelizmente, é uma época de consumismo e, muitas vezes, de egoísmo. Cada vez sinto menos o valor natalício, tanto nas crianças como nos adultos.

Biblioteca
D. Anabela – O Natal, para mim, é juntar a família que está longe. Não me interessa a partilha de prendas mas o convívio, a amizade e a harmonia familiar. As pessoas estão a tornar-se um bocadinho egoístas, mas devíamos pensar em toda a gente. 

Biblioteca

Natal por Maria José Azevedo, Alda Fernandes e Rita Guerra

Maria José Azevedo (professora) – O Natal é um momento de pausa, fé e reflexão, em que devemos olhar o mundo não apenas com os nossos olhos mas também com o olhar dos outros.

Alda Fernandes (professora) e Rita Guerra – Natal é a reunião de família e a celebração de Jesus Cristo. 


O CRESCER agradece a cada um.

Ana Pinto e Rita Almeida



quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

os presépios dos pequeninos

E porque estamos na quadra natalícia, apreciem a habilidade e a criatividade dos nossos alunos do 1º ciclo que se empenharam brilhantemente na elaboração destes presépios.
Muitos parabéns aos seus autores e às professoras de EMRC que os incentivaram a fazê-lo.





terça-feira, 15 de dezembro de 2015

só para (re)lembrar


Sabemos que esta notícia diz respeito aos alunos que entraram no ensino superior em 2008/2009, mas em silly season de rankings, este 3º lugar ainda nos enche de orgulho. Só para relembrar!


quadro desempenho_universitriosAs escolas privadas preparam melhor os alunos para os exames, mas não para terem um bom desempenho na universidade. A Universidade do Porto (UP) analisou o percurso académico de 4280 estudantes admitidos no ano letivo 2008/09 e concluiu que, entre os 2226 que concluíram pelo menos 75% das cadeiras dos três primeiros anos, os estudantes que provinham de escolas públicas apresentavam melhores resultados académicos do que os provenientes das privadas.

para espreitar!

a espreitar
No dia 10 de dezembro, os alunos do Grupo “Sonhos e Afetos” realizaram uma visita de estudo ao Centro Comercial MaiaShopping com o objetivo de desenvolver atividades funcionais em contexto real.


«Estávamos muito ansiosos para ver o filme “O Leão da Estrela».


Comprámos os bilhetes e as pipocas!
Comemos um McMenu delicioso!!

Fizemos compras.


Cada um de nós trouxe uma lista de compras e adquirimos os produtos.
No fim, pagámos.... a dolorosa!!!
   

Foi um dia em cheio!!!!

Agradecemos a colaboração dos Bombeiros de Moreira da Maia que, tão amavelmente, nos transportaram e...claro, da nossa escola por continuar a apoiar todas as atividades desenvolvidas na comunidade!



segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

as escolhas de...

Todas as sextas-feiras o CRESCER vai andar por aí a fazer perguntas e vai querer conhecer as escolhas dos visados




Desta vez, pedimos as escolhas relativas a uma música, uma personalidade histórica e as razões para uma imagem formal...


As escolhas de Paulo Barros, docente de História.




Uma música

Escolho a música O corpo é que paga, do António Variações, pois considero que reflete bem a sociedade e aquilo que são os resultados das nossas ações que, por vezes, são imponderadas. O Variações foi um indivíduo que, na época contemporânea, marcou bem a diferença social, através da forma como encarava a sociedade e da maneira como esta o via. Também foi um dos primeiros casos públicos de pessoas que morreram vítimas de doenças pouco conhecidas até então, o que obrigou a uma consciencialização do problema. Era um indivíduo muito à frente do seu tempo. Algumas das letras das suas músicas são muito incisivas, têm grandes ensinamentos e mostram bem o que é a sociedade. Eu gosto de música portuguesa e de tentar valorizá-la. Visto isto, destaco o António Variações porque marcou uma geração.

Uma personagem histórica

Sou defensor de uma monarquia parlamentar. Acho que a democracia e a organização de poder é fundamental, mas acho que, de alguma forma, uma democracia parlamentar é uma forma de governo credível. Há um rei que respeita o parlamento e, nesse âmbito, destaco o Rei D. Carlos.
Embora não tenha sido propriamente um grande monarca, foi um grande conhecedor e um grande impulsionador da necessidade do conhecimento. Foi um indivíduo que mostrou que um país não se resume à economia, à matemática ou a resultados líquidos, mas também engloba a arte, o conhecimento e a cultura. A questão de um rei o ser por herança familiar é complicada, mas ele acaba por ter a função de um presidente da República. Além de que um rei é uma pessoa preparada para o exercício do poder através da educação.


Razões para uma imagem formal
Considero que se um professor quer ter uma posição dignificada na sociedade, deve criar uma imagem mais formal e conservadora. E, como tal, deve traduzir de alguma forma o estatuto que ocupa. Eu acho que os professores até deviam usar uma bata.
Por outro lado, tenho a minha vertente monárquica que me leva a ser um bocadinho conservador. Apesar de atento a todas as mudanças, gosto desta imagem mais conservadora e deste rigor protocolar. Tenho sempre uma gravata no carro para aqueles dias em que não conto ir à escola e tenho de o fazer. Não entrar na escola de gravata e com roupa formal faz-me sentir nu, mas também gosto de usar calças de ganga. 


Ana Pinto e Rita Almeida

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

10 de dezembro: dia internacional dos direitos humanos



O Dia Internacional dos Direitos Humanos é celebrado anualmente a 10 de dezembro

A data visa homenagear o empenho e dedicação de todos os cidadãos defensores dos direitos humanos e colocar um ponto final a todos os tipos de discriminação, promovendo a igualdade entre todos os cidadãos. 

A celebração da data foi escolhida para honrar o dia em que a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou, a 10 de dezembro de 1948, a Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Esta declaração foi assinada por 58 estados e teve como objetivo promover a paz e a preservação da humanidade após os conflitos da 2ª Guerra Mundial que vitimaram milhões de pessoas. 

A Declaração Universal dos Direitos do Homem enumera os direitos humanos básicos que devem assistir a todos os cidadãos.



quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

conhece o novo ministro da Educação?

Tiago Brandão Rodrigues, em entrevista ao "Conversas com Vida" do ETV, a 2 de Maio de 2014. (Clique no azul. Vale a pena ver e ouvir.)
daqui
Foi raptado no Brasil, fugiu de um furacão em Cuba, estava nos Estados Unidos no 11 de Setembro e, em Madrid, no 11 de Março - mas este é, apenas, um dos lados da vida de "um homem de sorte". De resto, Tiago Brandão Rodrigues considera-se "uma pessoa normal". É investigador na área de oncologia em Cambridge e faz parte de uma equipa que descobriu uma técnica de deteção precoce de cancro, que pode ser revolucionária.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

e por falar em sotaque "british"...

... vem aí, de novo, um caça talentos, já no dia 14 de dezembro. Preparem-se!
"So you think you can..." in English?

Porto com sotaque "british"

No passado dia 22 de outubro, os alunos do 10º ano realizaram uma visita de estudo à cidade do Porto e foram acompanhados pelas professoras de Inglês Paula Abrantes, Aurélia Domingos, Maria Celeste Cabral, Laura Vilela e Cláudia Almeida que tomaram essa iniciativa.

Os participantes percorreram as zonas da cidade de influência inglesa e fizeram um percurso pelas seis pontes do rio Douro num barco rabelo. O excecional tempo que se fez sentir possibilitou uma ampla e agradável visão do rio e das pontes que o atravessam. Tiveram ainda a oportunidade de aprofundar os conhecimentos de História enquanto percorriam a zona da Ribeira, através da apresentação feita por um guia que demonstrou ter um vasto conhecimento da matéria e uma larga experiência em dialogar com os jovens.


O sucesso desta “aula de campo”, que muito agradou aos participantes, pode ser comprovado através das fotos que ilustram este memorável momento.





sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

31 anos a CRESCER

cabeçalho do 1º número (dezembro de 1984)

Hoje o jornal CRESCER faz 31 anos


Já passou por muitas mãos e orgulha-se de ser o projeto mais antigo da escola.


O que esta equipa deseja é continuar a "ver" e a "dar a ver" este nosso mundo aos seus leitores de forma a que todos possam estar informados e queiram intervir na sua transformação, em prol de um mundo melhor.

Obrigado por nos lerem. Só existimos por vossa inteira responsabilidade.



jornal CRESCER
O CRESCER é o jornal da Escola Secundária de Águas Santas desde 1984.
direção: Eduarda Ferreira e Manuela Couto
cabeçalho do atual blogue/jornal

as escolhas de...

Todas as sextas-feiras o CRESCER vai andar por aí a fazer perguntas e vai querer conhecer as escolhas dos visados.


Desta vez, pedimos as escolhas relativas a um lugar, ao seu percurso profissional e a um livro...


As escolhas de Orlanda Carvalho, auxiliar de ação educativa.





Um lugar
Igreja Nossa Senhora da Conceição
Neste momento, prefiro os lugares onde não há muito barulho nem confusão. Não sou a favor ou contra as religiões, mas eu sinto-me muito bem na Igreja da Nossa Senhora da Conceição do Marquês, principalmente quando está praticamente vazia. Vou lá muitas vezes porque é um lugar que me dá paz de espírito. É lá que eu acabo por desabafar e conversar comigo mesma, acabando por funcionar como um espaço de autocrítica. O meu trabalho é muito exigente porque é difícil saber como lidar com os outros da melhor maneira e, para além disso, hoje em dia é muito complicado educar e perceber como as pessoas vão reagir a um sorriso ou a uma atitude mais autoritária. No fundo, os alunos são a minha família e a minha companhia durante o dia. Nós temos alunos espetaculares.  


Percurso profissional

antigo edifício da ESÁS
Estou nesta escola há vinte anos, mas trabalhei durante doze anos numa secretaria, na área de contabilidade. Eu tirei um curso de Gestão, mas, entretanto, não correu como esperado. Fui colocada na escola de Nogueira e decidi pedir transferência para a Escola Secundária de Águas Santas. O que me encanta aqui são os alunos e a relação de cumplicidade que crio com alguns deles. Muitas vezes basta um gesto ou um olhar para ambas as partes se entenderem. 
  
Um livro


Eu gosto de ler, porém, neste momento não é o que mais me cativa, talvez por passar o dia a tratar de testes e a fazer contas. Tudo exige uma concentração muito grande. 

Apesar disto, gostei, em particular, de ter lido o livro A Mãe de Máximo Gorki. Foi um dos livros que me marcou mais, pela sua história forte. Relata uma série de situações complicadas dentro da sociedade e de núcleos familiares, tendo influenciado a minha perspetiva de ver e lidar com certas situações.   




Ana Pinto e Rita Almeida

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

começa hoje a Feira de Artesanato (dia 1)

Já anunciamos aqui. Começa hoje a Feira de Artesanato que se prolongará por três dias. 
Aprecie. Aprece. Compre "justo".



É de registar, até porque de uma arte artesanal se trata, que hoje já se usufrui da aprovação da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) da classificação da arte chocalheira portuguesa a Património Cultural Imaterial com Necessidade de Salvaguarda Urgente.