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sexta-feira, 13 de junho de 2014

24 horas a jogar para ajudar o Alex


A notícia surgiu no Correio da Manhã. O CRESCER replica-a aqui. O Alexandre é nosso aluno. Não fique indiferente.

Maia: Forças de Segurança Unidas organizam torneio em setembro 

24 horas a jogar para ajudar o Alex

Jovem de 14 anos precisa de tratamento na Alemanha que custa 55 400 euros. Alexandre Nazário sofre de atrofia muscular espinhal. Perdeu o pai há pouco mais de um ano, com cancro no estômago, e a mãe luta diariamente para angariar os 55 400 euros de que Alexandre, de 14 anos, necessita para um tratamento celular no hospital universitário de Kiel, na Alemanha. As Forças de Segurança Unidas vão organizar um torneio 24 horas de futsal, a 19 e 20 de setembro, para recolher fundos. 
"Estou muito ansioso, porque posso tornar-me mais autónomo, ainda que os meus colegas de turma e a minha mãe sempre me tenham ajudado em tudo", referiu ao CM o jovem Alex, que está a terminar o 9º ano na escola EB2,3 de Águas Santas, Maia, e que tem o sonho de seguir a formação em Desporto. Carla Nazário, desempregada, cuida do filho dia após dia. "O Alex não anda, não come sozinho nem consegue mexer o corpo, e o tratamento pode dar-lhe qualidade de vida. Vou fazer tudo o que for possível pelo meu filho", garante. 
Alexandre é consultado frequentemente por um osteopata, que o ajuda a corrigir a coluna. O Serviço Nacional de Saúde não oferece respostas para a doença, além da fisioterapia e do pagamento da ambulância que transporta Alexandre diariamente para a escola. 
"Vamos fazer o que estiver ao nosso alcance para que o Alex consiga fazer o tratamento", diz Bruno Brini, das Forças de Segurança Unidas. O torneio vai ter equipas que incluem agentes da PSP, militares da GNR e elementos de segurança privada. Depois, segue-se um espetáculo de música "para angariar mais fundos para este jovem que precisa de todos nós", refere o empresário Nuno Ferreira, que promove a iniciativa. 
"É quase impossível desligar a nossa missão da realidade social que encontramos e a vida das pessoas", indica Paulo Rodrigues, da ASPP/PSP. @ CM

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