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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

colocações no ensino superior (1ª fase)

Noventa e três por cento dos estudantes que se candidataram, este ano, ao ensino superior público foram admitidos na primeira fase do concurso. Ao todo, entraram para o superior 37.415 dos 40.419 candidatos, o que representa uma percentagem três por cento superior à do ano passado. Sem surpresas, os cursos de Medicina voltaram a esgotar todas as vagas na primeira fase, apesar de continuarem a ser os que exigem médias mais elevadas. @RTP



Politécnicos: número de vagas aberto no Ensino Superior está desajustado

O presidente do conselho coordenador dos institutos politécnicos já tinha a alertado o Governo para esta situação mas diz que nada foi feito.

O presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) alertou o secretário de Estado da Educação para o facto de considerar desajustado o número de vagas aberto este ano para acesso ao Ensino Superior.
Quarenta e cinco por cento das vagas previstas para os institutos politécnicos ficaram por preencher na primeira fase do concurso para o ensino superior.
Os resultados do concurso mostram também que sessenta e seis cursos ficaram sem um único aluno. @TSF

(atualização às 16h de 09/09/2013)
Num comentário aos resultados da 1º fase do concurso para o Ensino Superior, no qual 66 cursos ficaram sem um único aluno, o ministro da Educação reconheceu que é preciso reagir de novo, em parceria com reitores e presidentes dos politécnicos para reestruturar a oferta de cursos.
«Nós temos de repensar o que se passa nos casos em que não há candidaturas. Este ano e o ano passado já tomámos uma série de medidas para evitar que os cursos com apenas dez alunos reabrissem, tivemos em conta a empregabilidade e a procura dos cursos e agora, depois de conhecidos os resultados da 2ª e 3º fase, vamos ter de voltar a tomar medidas nesse sentido», afirmou Nuno Crato durante uma visita à Escola Secundária da Moita.
No seu entender, «cabes aos sr. reitores, presidentes dos politécnicos, professores e conselhos gerais de escola repensar a oferta que estão a fazer». @ TSF

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