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quarta-feira, 3 de julho de 2013

e agora?

Gaspar, Coelho e Portas
"Não me demito! Não abandono o meu país!" Se revela determinação, a garantia de Passos Coelho não oculta um repto ao CDS: que esclareça se se mantém na coligação governamental após a demissão de Portas. Esta quarta-feira saem os outros ministros centristas.
Não há cheques em branco. É este o sentimento que existe nas cúpulas das principais instituições da troika, no Eurogrupo. Estamos mais próximos da Grécia e de um segundo resgate.
O próprio Paulo Portas disse em abril passado que a queda do Governo levaria a um segundo resgate. É esta opinião, agora generalizada, que o economista João Duque explica ao JN/Dinheiro Vivo. "Estou à espera de uma reação dos mercados já amanhã de manhã (esta quarta-feira)", diz o presidente do ISEG .
"Temos que ver a solução: ou o Governo desfaz-se ou sai uma solução dentro do atual Parlamento", explica.
Contudo, o economista considera que Portugal deu o próximo passo para novo resgate: "Assim empurramos definitivamente, e sem dúvidas, um novo pacote de apoios, que eu já não tinha dúvidas de que ia acontecer. O programa de ajustamento pode vir a prolongar-se".
E de facto, esta crise governamental torna Portugal "mais parecido" com a Grécia, coloca-o mais próximo de um segundo programa de austeridade e, no curto prazo, põe em xeque o resto do programa de empréstimos da troika: ainda falta receber 13,4 mil milhões de euros. @ JN

E agora? Agora...
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