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sábado, 15 de junho de 2013

milhares de professores manifestam-se em Lisboa

imagem LUSA

Milhares de professores desfilam este sábado da Praça do Marquês de Pombal para os Restauradores, em Lisboa, numa marcha de protesto contra a medidas do Governo. Na primeira linha do protesto estão os responsáveis dos dois maiores sindicatos de professores, Mário Nogueira, da FENPROF, e João Dias da Silva, da FNE.

Professores de todo o país juntaram-se neste protesto contra o aumento do horário de trabalho e a mobilidade especial com faixas onde pode ler-se, por exemplo, «Nós também temos filhos» em outra está escrito «Lutamos pelo futuro dos nosso filhos e alunos», havendo bandeiras pretas com as palavras «Professores em luta».


6 comentários:

Elisabete Lagos disse...

Boa tarde,
alguém me pode esclarecer, eu vou fazer greve mas queria estar na escola, isso não é possível?
Obrigada.
Maria de Fátima

Deka disse...

Olá Elisabete. Eu li a mensagem do sindicato dos Porofessores e eles dizem que sim, os professores que aderem à greve podem estar na escola.
Deixo aqui o link. Força! http://www.spgl.pt/artigo.aspx?sid=fd7908ad-f09d-4188-a539-aad2091f10c9&cntx=fqKMCWSyTxlzrI4DA4E0GUm836lZzYDs4egWvOcrnFK82Odeg4JEE9bA%2FseBpjTb

PAF disse...

Sim Elisabeth! Efectivamente podes estar na Escola e aí permanecer o tempo que desejares.Procura no blog dos Proflusos e tens lá toda a informação sobre o que à greve diz respeito!
Abraços

Maria José disse...

Oxalá os professores tenham respeito por si mesmos e saibam faltar no dia 17! É um dever cívico fazer esta greve e um exercício de solidariedade de classe.

Luísa Sobral disse...

É possível fazer greve não indo à escola,bem como fazer greve indo e não colaborar em nada. Não vale é ir e disponibilizar-se para assegurar o serviço dos outros. Isso é ser fura-greve!
Até aqui tem sido relativamente fácil aderir à contestação (dois tempos no salário de alguns, a coisa não custa muito). No dia 17 será mais dispendioso (um dia de salário a quem faltar) mas, colegas, mais vale perder um dia de salário, do que a dignidade. Força!

AR disse...

Eu faço!