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segunda-feira, 11 de junho de 2012

através de moinhos e açudes, pelo rio Leça adentro...

Onde se falou de Carolina Michaelis
No âmbito dos Dias do Departamento de Ciências Sociais e Humanas teve lugar no Auditório da nossa Escola um interessante colóquio, cujo tema central foi o rio Leça por terras de Águas Santas através dos seus moinhos, açudes, levadas e caneiros existentes nas suas margens.

Promovido pelo Grupo Disciplinar de Geografia, o referido evento contou com as presenças de três membros do Centro UNESCO da Maia, professoras Lurdes Graça, Fátima Carvalho e Ana Alice que falaram sobre a importância da preservação do património natural local em toda a bacia do rio Leça.
O Leça é um rio português que nasce junto ao Monte Córdova, em Santo Tirso. A bacia do rio Leça tem uma área de 189,9 km² e apenas 44,8 quilómetros de comprimento para o curso de água principal, passa pelas freguesias de Refojos de Riba de Ave, Lamelas, Reguenga, Água Longa (Santo Tirso), Alfena, Ermesinde e Águas Santas, indo desaguar no porto de Leixões, em Matosinhos. Uma significativa parte do seu estuário atravessa a freguesia de Águas Santas.
Junto às margens do rio Leça, na freguesia de Águas Santas, existia uma casa de campo pertencente à família de Joaquim Vasconcelos, marido de Carolina Michaelis considerada como a mais importante das filólogas da língua portuguesa. Após o seu casamento com Joaquim António da Fonseca Vasconcelos, musicólogo e historiador de arte, Carolina Michaelis, na sua casa de campo, em Águas Santas, promoveu encontros literários com alguns dos mais relevantes vultos da literatura portuguesa da segunda metade do século XIX, designadamente Antero de Quental, José Leite de Vasconcelos, Trindade Coelho, Sousa Viterbo e Conde de Sabugosa.

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