Número total de visualizações de página

quarta-feira, 25 de maio de 2011

está lançada a discussão

Qual é a força política que se apresenta a estas eleições com uma "proposta" interessante para as escolas?
Diz-se que da discussão nasce a luz. Vamos lá iluminar-nos.

Para ajudar, sugerimos a consulta da Edição Especial da Fenprop, que inquiriu todos os partidos com assento parlamentar sobre os temas fundamentais da Educação.

8 comentários:

IO disse...

Amigas, ou muito me engano ou vão ter poucos comentários! Ninguém se quer comprometer.

nós disse...

Mas a ideia não é comprometer ninguém, é discutir.
Nós acreditamos que vamos ter comentários, sim.

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
nós disse...

Caro anónimo, também não queremos saber em quem vota. Queremos que entre na discussão e refira quem considera ter propostas interessantes para a educação.

carmen madureira disse...

Bom aqui fica a proposta do PSD com a qual concordo.

De acordo com o programa eleitoral apresentado, serão desenvolvidas iniciativas de liberdade de escolha às famílias em relação à oferta disponível, independentemente da natureza pública ou privada do estabelecimento de ensino.
Poderão ser exploradas novas parcerias com os sectores social e privado, pondo em prática de modo crescente o princípio da liberdade de escolha.

O Ministério da Educação estabelecerá um enquadramento legal que permita implementar modelos alternativos de governo e de contratualização de gestão de escolas, consensualizados com as autarquias e com a comunidade local.

Será criada a Agência Nacional de Avaliação da Educação, a partir das estruturas já existentes, e será generalizada a avaliação nacional no final de cada ciclo, passando a haver testes nacionais com incidência na avaliação final para o 4.º e 6.ºanos, por conversão das actuais provas de aferição, e exames nacionais para o 9.º, 11.º e 12.ºanos, já existentes, com revisão do peso na avaliação final.

Será ainda criada uma entidade autónoma e independente das estruturas do Ministério da Educação, mas integrando serviços já existentes, exclusivamente dedicada à concepção e aplicação de todas as provas e exames nacionais, permitindo-se conferir estabilidade, autonomia técnica e funcional ao serviço de provas e exames nacionais, credibilizando estes instrumentos de avaliação.

Será desenvolvido um sistema informático para o processo digital do aluno, que o acompanhará ao longo da vida e em todos os sistemas de ensino, visando melhorar a eficiência da gestão dos processos de matrícula e de transferência de alunos.

Em articulação com as autarquias, o Ministério da Educação deve reforçar o programa Escola Segura nas zonas urbanas de maior risco, tentando introduzir «formas inovadoras e económicas de alocação de recursos humanos provenientes de outros organismos do Estado disponíveis e que detenham formação adequada para esse tipo de intervenção».

Duas novas medidas de redução de assimetrias são propostas: a Rede Nacional de Capacitação de Jovens em Risco de Insucesso Escolar e o Plano de Erradicação do Abandono Escolar, em articulação com as autarquias e Segurança Social.

Para o programa «Novas Oportunidades», o PSD defende avaliação externa e reestruturação, com vista à sua credibilização perante a sociedade civil.

O PSD compromete-se ainda a simplificar o Estatuto da Carreira Docente e substituir com urgência o modelo de avaliação de desempenho.

Ao nível do ensino secundário, o PSD diz que a grande aposta do novo Governo deve ser a criação de uma Rede Nacional de Escolas Tecnológicas.

Elvira disse...

No seu programa eleitoral, o PCP advoga uma nova lei de gestão democrática que respeite os princípios, objectivos e valores consagrados na Constituição e na Lei de bases do Sistema Educativo. Não se adianta muito mais mas quero acreditar que se trata do retorno da colegialidade à direcção das escolas.

Como quase todos os partidos políticos, o PCP recupera o tema do reforço da autonomia das escolas públicas que passa pela garantia de um regime de Financiamento da Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básico e Secundário, que clarifique responsáveis e responsabilidades e garanta o normal funcionamento das escolas públicas financiadas, essencialmente por verbas consagradas no OE; Demarca-se da direita ao sugerir a revogação do decreto que estabelece o processo de municipalização do ensino básico, com o objectivo de impedir a perda de autonomia administrativa e pedagógica das escolas ou a sua privatização.

O PCP defende a revogação do Estatuto da Carreira Docente, tendo como prioridades: a revisão da estrutura da carreira docente eliminando a sua divisão em categorias e revendo as regras de progressão; defende a eliminação da prova de acesso à profissão e a substituição do actual modelo de avaliação de desempenho cujo modelo deve ser baseado numa concepção formativa da avaliação que tenha como objectivo a melhoria do desempenho dos docentes e não a sua penalização em termos de progressão da carreira ou em qualquer outra dimensão da sua condição laboral.

(de um blogue reputado)

Elvira disse...

o blogue que referi é o outrÒÓlhar

Sara disse...

Amanhã não voto socras :)